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Poesia Paradidática no Festival NAA - Novas Artes Associadas | 18Dez2011 19:58:17
Publicado por: .Ibernise

Documentos do WORKSHOP POESIA PARADIDÁTICA NO MÉTODO DE IBERNISE
I - Plano de Ação
Início: Apresentação de ibernise. Introdução ao assunto.
Desenvolvimento do assunto de forma interativa
. Poesia, método e didática: projetos pedagógicos a partir do poemas e a interdisciplinaridade - Entrega do texto disponível para consulta Respiração e Fotossíntese);
. Poesia paradidática: Disponibilização do texto ‘Poemas Derivados’ um exemplo do método aplicado;
. Apresentação do método de ibernise para fazer poemas.
Objetivos:
Levar a percepção da estética na poesia como prazer estético, o poema como instrumento de apreensão do conteúdo interdisciplinar e a forma metodológica de Ibernise, para se fazer poemas. Leitura da estória do poeta e o rondel no livro de Ibernise ‘Rondel’ às paginas 13 a 16.
Atividades interativas: leitura de poemas, pesquisa sensorial, discussões, coleta de argumentos poéticos e desenvolvimento da estrutura e esboço da poesia ‘ Rondel’.Distribuição dos livros como modelo da arquitetura do Rondel, como exemplo - Consultar a introdução p13 a 16.
Elenco de Poemas de Ibernise que serão apresentados, com participação dos participantes:
.Sonho Meu (Rondel)
.Por Meu Amor (Rondel)
.Ciúmes (Poema livre)
.Conto do Conto sem Aponto (Poema livre)
.Ambição é Marco da História (Rondel)
.Mira Curto o Oráculo,se a Oração é de Fé (Poema livre de encenação)
.Brio Por Um Fio (Poema em quadras)
.Trabalho,Honra e Representação (poema em quadras, com argumento em prosa)
.Para-Brisa (Poema em quadras)
.Praia (Poema em quadras)
4.Argumento final salientando a importância da poesia paradidática como algo novo e importante nas escolas e na vida do poeta em formação. Agradecimentos.
Ibernise
Casa da Juventude (Barcelos/Portugal),17DEZ2011
II - Exemplo de um poema didático
RESPIRAC'AO E FOTOSSINTESE
Vegetais clorofilados, entes, Consigo trazem muitas vidas. Reproduc'ao muda e carente, Luz e preservac'ao necessita...
O Oxigenio e fonte de vida, Na fotossintese e excedente... Vegetais clorofilados, entes, Consigo trazem muitas vidas
Algas e folhas verdes, sempre,
O ar purificam, pela clorofila... Como todos os seres viventes, Exalam gas carbonico, respiram. Vegetais clorofilados, entes...
Ibernise.
Indiara (Goias/Brasil), 10JUL2007
Excerto do poema "Respirac'ao e Fotossintese"
Os processos de respirac'ao e fotossintese ocorrem nos vegetais clorofilados. Sao processos diferentes. Na respirac'ao o vegetal absorve oxigenio e libera gas carbonico, como qualquer outro ser vivo... No entanto, a fotossintese precisa de luz para acontecer, e so acontece nos vegetais clorofilados, absorvendo gas carbonico e eliminando oxigenio. Todas as areas verdes do Planeta Terra, oceanos, mares e rios contribuem para a produc'ao de Oxigenio.
Areas disciplinares: Ciencias, Geografia, Portugues (Linguagem,Gramatica, Ortografia e Literatura), Matematica.
Explorac'ao metodologica:
-Discussao da tematica do poema, pesquisa e elaborac'ao de questoes em sala, para responder em casa.
-Exibic'ao de videos e enquete (repetir a mesma pergunta a diferentes alunos, que podem expor sua opiniao).
-Produc'ao de textos.
-Localizac'ao das areas verdes, do planeta, que contribuem com a produc'ao de Oxigenio. Representac'ao quantitativa, dessas areas, em relac'ao ao total.
-Localizac'ao das areas hidrograficas e oceanicas, do planeta, em que as algas clorofiladas contribuem com a produc'ao de oxigenio. Representac'ao quantitativa, dessas areas em relac'ao ao total. -Socializac'ao do texto do poema atraves de: Leitura silenciosa, leitura em voz alta e dramatizac'ao; declamac'ao e musicalizac'ao do poema.
-Conceituar e reconhecer o poema Rondel.
-Poema compartilhado (Dividir a sala em cinco equipes e cada equipe elabora dois versos para a composic'ao de um rondel, em duas faixas de papel, depois fazem a montagem do poema segundo a formula original).
-Descoberta de palavras-chaves e decifrac'ao desses codigos fazendo gincana entre as diversas equipes de alunos e alunas.
Avaliac'ao:
Oral, escrita, aplicac'ao de questionarios, observac'ao da participac'ao em sala, Correc'ao na lousa e auto avaliac'ao.
Texto didatico, apresentando conteudo, metodo interdisciplinar e avaliac'ao.
Serie: “Poemas Didaticos”*Nucleo Tematico Educativo.
Ibernise
Barcelos (Portugal 17DEZ2011) Workshop NAA festival.
III - Exemplo da Poesia Paradidática de Ibernise
METODO DE IBERNISE PARA FAZER POEMAS
POEMAS DERIVADOS (Exemplo Partindo de um outro Poema)
Esta mostra e de minha “Serie Poemas Didaticos”, que se propoe a mostrar formas de ensinar a fazer poemas em parceria, derivados de outro poema, ou de um texto gerador. Utilizando o “Metodo de Ibernise para Fazer Poemas”.
Para iniciar a composic'ao de um poema utilizando este metodo,
e importante partir de uma TEMATICA ORIGINAL exposta em um texto gerador, ou de um Poema, como e o caso das parcerias,
da Coroa de Sonetos e outras formulac'oes poeticas...
Neste caso o exemplo parte de um poema: “CABEC'AS ATRAEM PEDRAS?".
O procedimento e o seguite: Seguindo a tematica do poema elaborar um texto gerador que alimentara a composic'ao de um ou mais poemas... Eleger palavras-chaves do poema no texto gerador.
CABEC'AS ATRAEM PEDRAS? *
Aquele que mexe com pedras Uma pode em sua cabec'a cair, Dizem de pessoas irrequietas, Mas nao vale a pena desistir...
Comunicar-se e tao importante Forma com outros correntes, Institui parcerias constantes... Acatar o individuo e ser gente
E se firma grandes amizades... Fontes de harmonia crescem, No mundo e altera suas faces, Jardins espirituais florescem...
Exemplo da TEMATICA SECUNDARIA... Vai originar o segundo poema.
I – Elaborar um resumo do conteudo sobre o primeiro poema ajuda. Outra opc'ao e fazer um texto livre relacionado, intuitivo, ou derivado de um resumo de pesquisa sobre o assunto.
II – Texto Gerador: O poema aborda o lado positivo do proverbio “Quem com muitas pedras mexe uma lhe cai na cabec'a”.
Eu abordei o veio das relac'oes, para que as pessoas nao desistam diante das primeiras dificuldades no relacionamento... Hoje em dia e muito comum...
As amizades nao conseguem se sedimentar, ainda comec'ando ja estao terminando. Nao enfrentam crises, nao pensam na familia, nao pensam em salvar todo o envolvimento emocional e material que ate aquele momento puderam construir.
O outro veio que pode ser explorado no dueto e o da falta de respeito as individualidades, fofocas mexericos. Uma pessoa que nao sabe valorizar suas amizades e vive sempre arrumando confusao em func'ao desta falha no relacionamento.
III-Passos.
1. Iniciar da seguinte forma:
a) Escrever sobre a tematica um pequeno resumo/
b) Separar palavras-chaves para a tematica/
c) Fazer um banco de rimas para as palavras-chaves, de pelo menos tres ou quatro palavras para cada rima. Se nao for suficiente aumente para seis, ou o quanto for necessario.
2) No texto resumo selecionar uma frase de efeito na mensagem. Inicie, com esta primeira linha, o poema.
3) Exemplo: no texto-resumo Selecione... “Eu abordei o veio das relac'oes,” nesta frase me identifico de primeira com a palavra veio, e pequena, tem rima facil e tem efeito poetico. Escrevo entao qualquer outra frase ou a mesma frase.
4) No veio das relac'oes (vou precisar de mais uma palavra pra dar estetica) de amizade.
Entao fiquei com a frase No Veio das relac'oes de amizade, posso melhorar a frase de modo que a palavra da rima assuma seu lugar... Vejamos:
5) Relac'oes de amizade sao veios (Portanto a estetica foi alcanc'ada e o sentido da abertura do poema), as frases seguintes podem ser construidas no desenvolvimento do texto ou de outros
pensamentos que forem surgindo. Se nao der certo, comecar de novo...
6)Relac'oes de amizade sao veios...
Frase aprovada que tem a ver com o poema original e esta implicita no texto derivado.
7) Para continuar procurar iniciar a frase com um adjetivo qualificando a palavra veios, preciosos, valiosos, ou acrescente outro substantivo antes do adjetivo, Ex. Elos preciosos e devem ser firmes, Se extrapolar estetica voce corta palavras, suprime elementos de ligac'ao, poe virgulas, pontos tres pontos, etc. Para auxiliar na compreensao, com a supressao de palavras, ou para ajudar a inflexoes durante a declamac'ao do poema.
Surge a primeira estrofe de quatro versos... Ja havia dois que surgiram passo a passo... Para os dois seguintes ja existe definic'ao de rimas, ja existe conteudo no texto gerador... Agora e so formar, dar sentido de continuidade ao assunto evocado, neste
momento elaborar um banco de rimas ajuda bastante.
Relac'oes de amizade sao veios, Elos preciosos devem ser firmes. Pedras rolarao, falas alcoviteiras Solte a fe, as emoc'oes, reafirme...
Continue, pare aqui se quiser so uma estrofe de quatro versos, pois a estrofe em si ja tem sentido completo, a palavra principal ja foi inserida: Pedras.
Mas pode ser so o comec'o das afirmac'oes do texto derivado, entao volte a selecionar, mas se aparecer uma ideia, nao e necessario se prender ao texto gerador.
A s vezes a primeira frase puxa o assunto, e desenvolve um poema totalmente diferente do texto gerador, mas a tematica fica amarrada na primeira frase, ai o objetivo foi alcanc'ado. Da mesma forma pode-se agir com as trovas, com as coroas de sonetos...
9) Finalizac'ao
Ler a historia do poema e decidir um titulo sucinto e chamativo, que desperte curiosidade. Vale a pena saber as palavras-chaves mais procuradas na NET e sempre que possivel coloca-las no
poema, ele com certeza sera muito acessado. A inspirac'ao esta no que voce sente, ver e onde voce a procura...
10)Banco de rimas. (Vai sendo feito em paralelo com o poema, a medida que o desenvolvimento do assunto for solicitando)
Exemplo: Veio ,esteio, correio, laboreio, lavadeiro, alcoviteiro, faladeira, fofoqueiros, verdadeiros, firme, reafirme, confirme, afirme...
Muitas palavras aparecem e as vezes junto com a palavra vem logo a rima elas afloram normalmente, mas se nao aflorar fac'a um banco de rimas, consultando dicionario de rimas.
Ao pensar palavras que rimam quando surgir uma palavra de existencia e significado duvidoso, va ao dicionario, verifique se a aplicac'ao e legitima, ainda que metaforica.
Ibernise .
Indiara (Goias/Brasil), 22.AGO2007
Workshop NAA festival, Poesia Paradidatica. Barcelos (Portugal), 17DEZ2011
IV - Poemas trabalhados/Apresentados durante o Workshop
Sonho Meu
Meu sonho numa manha de domingo,
E um convite nos sinos das catedrais...
Se somos velas a iluminar consumindo,
Eu te aconchego neste lume de sinais...
E me vejo a rir e chorar em tantos ais...
Em divisas de doceis ninhos flamingos...
Meu sonho numa manha de domingo,
E um convite nos sinos das catedrais...
Aves em revoada no remix de pingos
Num ceu azul a furtar cores, em termais,
Num clima nublado a entoar respingos
Es horizonte de panoramas colossais,
Meu sonho numa manha de domingo...
Ibernise
POR MEU AMOR
Eu bebi, bebi no rio da nossa paixao, Verti ao teu oceano neste caminho, Quando viajei no prazer desta ilusao Ja era tarde demais pra ser sozinha...
Mais e mais senti falta desse carinho Como gato preso gemendo no porao Eu bebi, bebi no rio da nossa paixao Verti ao teu oceano neste caminho.
Cruzei espac'os, criei contemplac'ao... Sereia em um cantar de passarinho, Prumos desatinei diante da multidao. Se me arremessei a ti em desalinho Eu bebi, bebi no rio da nossa paixao...
Ibernise
CIUMES
Na experiencia magica do amor
Pode iniciar no olhar, no topor
Busca de encontrar o proprio ser...
E continua este abastecer no conviver.
Movimento do desejo, a desejar Fugaz, veloz,Corre, corre sem parar Em todas as direc'oes esta a esperar Um toque, um sorriso, um olhar...
Que motive, detone, dispare a emoc'ao! Que estremec'a,sacuda o corac'ao!
Que deixe o olhar marejado em festa, Que molhado brilhe, se manifeste...
E a pulsao que, ao se movimentar, Alimenta... Nutre a si e ao outro Num turbilhao de emoc'oes a fervilhar...
Tanta paixao, a se revelar...No corpo!
Alma e materia... Voluvel no abandono Porque, no frenezi e na entrega,
Com ciumes logo do outro quer ser dono.E rapido o que sentiu desagrega... (Ibernise)
Brio Por Um Fio
Entre aspas o teu olhar e, ja, cura
Que em fusos se invagina
Onde fia tecendo a sua costura,
A sombra da luz que ilumina.
Sendo no tempo, intensa e antiga,
A laborar fustigada, todo o dia,
Esse tecido no calor, mais mitiga
E inflama, sem saber o que alumia...
Vem, vem o vivo raio, e vida faz
Deste querer, que amarras com fio,
Seda artesa, entre essencias e cristais,
Artefato livre, no cerne do brio...
Ibernise
AMBIC'AO E MARCO DA HISTORIA
Todos os grandes saltos da historia Trazem o registro da determinac'ao. Desejo obsessivo de obter a vitoria O ceu e o justo limite da ambic'ao...
Magnetismo de garra e reafirmac'ao Chama interior que luta pela gloria... Todos os grandes saltos da historia Trazem o registro da determinac'ao.
As descobertas moldaram a memoria, Enredo que enreda a vida, a emoc'ao Que atua em mentes ousadas, notorias,
Porque norteou com sucesso e razao,
Todos os grandes saltos da historia.
Ibernise.
CONTO DO CONTO SEM APONTO
Era uma vez uma orquestrac'ao...
O ci ci ci, o plac plac plac e toc toc toc em aparente inanic'ao...
Ci ci ci chamou atenc'ao,
Mas impos uma condic'ao:
Queria ser percebido em qualquer situac'ao...
Plac plac plac andou em sua direc'ao,
Correu devagar, mas escorregou no corrimao, Queria anima-lo, atender sua apelac'ao...
Plac plac plac alcanc'ou o Ci ci ci e sentiu sua emoc'ao...
Quando surgiu o Toc toc toc e entrou na encenac'ao, E batucou na madeira, mostrou sua percussao...
Ci ci ci sentiu a cadencia atingir sua intenc'ao...
O som se sentiu integrado a todos com razao,
O caminhar encontrou, em seu destino, sua forma de expressao,
E o toque foi fundamental naquela combinac'ao...
Ibernise.
Mira Curto o Oraculo, se a Orac'ao e de Fe
Ele:
_ Por que nao miras em meus olhos?
Ela:
_ Tenho medo...
Ele:
_ De que?
Ela:
_ De nao encontrar meu amor...
Ele:
_ Aonde?
Ela:
Refletido nos teus olhos.
Ele:
Mas se e teu o amor, ha que se refletir...
Ela:
Mas ha que existir espelho em teu olhar...
Ele:
Anda ca, da-me um abrac'o.
Mira Curto o Oraculo, se a Orac'ao e de Fe (II) _Vais me amar para sempre?
_E duro fazer isso durar.
_Teras que ajudar...
_E moleza. (Ibernise)
TRABALHO, HONRA E REPRESENTAC'AO
Fico a s vezes a pensar
O que se pode imaginar Do homem trabalhador... Nao tem trabalho, Senhor!
Sem o trabalho e a justic'a Lenta que nem preguic'a, Vai como agua no rodo Sem garantia de acordo...
Com a garantia em queda So o indulto e que resta Mas da para acreditar? Ou vale a pena tentar?
O homem sem ocupac'ao Resistira e lutara pelo pao... Como ha divida social Sairia da crise, no mal...
No campo, tantos talentos Sem abrigo, jogados ao vento, Preterida luta, se deflagra... Como colher esta safra?
Ha tanta crise e corrupc'ao Nao da para pedir perdao... Aos cargos nao se diz nao...
E se ninguem os aceitasse?
Se ninguem mais governasse? ELES saberiam o que fazer? Nomes haveriam de aparecer?
Quantos NOS poderiamos ser? Ibernise
V - Fichas do Discurso/Desenvolvimento
1.Conceitos de poesia
Entre a Universalidade Abstrac'ao e a concretude
2.Dizer o ver, falar o sentir...
Os sentidos sao o elo, para
Descobrir, inventar e reinventar, a poesia que ha em cada um.
3.sentir o cheiro
sentir o gosto
sentir a superficie das coisas (tactear)
sentir a visao, nao e o mesmo que ver...
4.Sentir a visao e perceber emocionalmente detalhes, e deixar estes detalhes interagirem com as nossas experiencias e nossa sensibilidade, de forma particular, intima.
5.Inesgotavel, e a nossa capacidade de sentir.
A poesia pode nao ter discurso e ser uma organizac'ao plenamente visual.
6.Este e um tipo de saber que existe e nao e matematico, (logica formal) e concreto. A maciez de nossa pele, so sabemos se tocarmos outro ser humano, este conhecimento a ciencia nao traduz, tem que ser vivido.
7.E cada vivencia tem sua emoc'ao, ao passar esta emoc'ao em palavras, ou em uma arte puramente visual, este sentir se universaliza,
porque interage com o sentir de outro ser humano
8.e pode ser comparado, nomeado e identificado Descobrimos todos nos extasiados que estamos por exemplo diante de uma flor, mesmo quando um ve, uma rosa, outro, uma tulipa e outro uma margarida...
9.Isto e conhecimento logico matematico, antes era concreto, e nao cientifico, agora, ja categorizado, tem padrao, pode ser criado e recriado conforme este padrao.
10.O pensamento matematico e um pensamento abstrato, preciso, sobre o mundo.
11.A logica formal, de que trata a pedagogia moderna (vigotsk e piaget), considera fases da aprendizagem relacionar,identificar,nomear, memorizar,generalizar,criar.
12.Para isto e necessario ter ATENC'AO para:
formar noc'oes que levam ao conceito e isto permite categorizar o conhecimento
13.e assim que saimos do pensamento concreto para a logica formal ou pensamento matematico
Este e o senso da poesia classica (Padrao)
14.A interpretac'ao, dos significados particulares a cada um, transformaria aquela organizac'ao visual (experienciada) em poesia livre,
15.por conseguinte, a colocac'ao de ritmo, silabas poeticas, rimas, e outros aderec'os da poesia classica,
colocariam esta poesia livre
em outro nivel de significado/ significante.
16.representativamente seria relac'ao univoca entre objetos correspondentes significantemente seria relac'ao plural entre objetos correspondentes
17.O comec'o: poemas Livres
e rimados falando de coisas
sublimes (parnasianos)
Os meus primeiros poemas massivamente tem esta abordagem, os atuais eventualmente.
Entra a leitura dos poemas Sonho Meu, Por Meu Amor e Ciumes.
18.Ja existe uma variedade de abordagens e temas beirando o absurdo
Entra o poema ‘Conto do Conto Sem Aponto’
19.assim como diferentes abordagens para um mesmo tema.
Entra a leitura do poema Ambic'ao
20.Nao parnasianos
‘Lua diuretica’ :)
‘Escorro teu nome como agua de macarrao na sopa...’
Drumond (poesia diferente, mais moderna, menos complexa) ‘Drumond mais complexo, nos mostra que:Existe beleza mesmo nas coisas mais sordidas...' Ferreira Gullar
Entra a leitura do Poema ‘Mira Curto o Oraculo se a Orac'ao e de Fe’
21.Assim:
O transito entre o sagrado e o profano e um dos trac'os fortes de minha poetica.
Entra o poema ‘Brio Por Um Fio’
22.O jogo de Ideias e a arte na luta ideologica:
A poesia e a filosofia politica um compromisso do nucleo filosofico...Entra o poema Trabalho e Representac'ao
23.Fundamentos do Metodo da Poesia Paradidatica de Ibernise
A linguagem e estruturada pelo pensamento, logo, da linguagem deve nascer o poema.
24.Nosso universo de vida e muito particular, o conceito de grande metropole nao funciona para nossa vida pratica cotidiana.
Nao conhecemos um milhao de pessoas.
25.Conhecemos apenas o nosso imediato que e sempre do tamanho que damos conta, de nos relacionarmos.
26.A poesia nesta sociedade fica sempre bem, e esta proximidade aqui em Barcelos e maior, estamos mais proximos da poesia, nao precisamos de um milhao de leitores.
27.Precisamos de pessoas do nosso circuito que estejam a compartilhar a poesia, a viver a poesia, no seu ninho, nicho, habitat, climax, ecosistema...
E entre nos que esta cultura ganha raiz, e e preservada.
28.O mais importante e que este leitor seja aquele que nao apenas le sua poesia, mas tambem fala consigo, num cafe, na rua, supermercado, na feira, na farmacia,
29.Nao precisamos de fama, fama e coisa de sociedade de massa , de consumo, coisa de produc'ao, artificial, o que vivemos na poesia como cultura de raiz, e o imediato da contemporaneidade.
30.os contemporaneos que dao a continuidade, sao como as crianc'as. Se nao existirem crianc'as acaba-se a
humanidade...
Ibernise (Barcelos/PT, 17DEZ2011)
8.Finalização com a leitura do poema erótico 'Se Falo, o Verbo é Amar'.
Link do poema:
http://www.ibernisemaria.prosaeverso.net/visualizar.php?idt=1071395&liberar_erotico=1
9. Link disponibilizando 10 llivros para download gratuito:
http://www.ibernisemaria.prosaeverso.net/ebooks.php
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