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O universitário escreve para casa ao irmão:"Chumbei o ano. Tirei negativa a todas as cadeiras. Tive zero a Matemática. Na Queima conheci uma miúda. Está grávida.
Prepara o pai."
Resposta do irmão:
"Pai preparado. Prepara-te tu".
Ibernise
Cercanias do Desejo - Ibernise - 31Jul2010 06:32:56
Cercanias do DesejoA liberdade na vida, pode ser prazer ou morte,
Perda é frustração certa nas incertezas devidas..
Sem esperança de alcançar melhor sorte,
Ainda somos cárceres de emoções aquecidas.
No infinito dos teus olhos sou menina refletida...
Espelho-me naquela hora, talvez, adiada
Guardando a certeza maior que em mim habitas
Sinto, sem duvidar, que me fazes a tua amada.
É quando sem falar te digo todas as coisas
Do nosso querer, e vens me ter, meu bem querer,
Vela acesa, falo macio, dedos que poisam
No clímax do meu desejo, pronto a me colher.
Clamas meu amado, diz o verso que espero,
Fala-me, do que te é tão caro, à distância.
Diz-me entender o tanto que eu te venero,
Ou esqueças para sempre esta lembrança.
Ibernise.
Barcelos (Portugal), 28.07.2010.
Núcleo Temático Romântico.
Fonte: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=144143
O Céu é o Limite, Mas os Infernos Não Têm Fim… - Ibernise - 31Jul2010 06:32:56
O Céu é o Limite, Mas os Infernos Não Têm Fim…
Na calma daquele seu silêncio ensurdecedor, o interdito.
Eram tantos os infernos perfilando o infernal conflito,
Que sua alma perdera o caminho do seu próprio céu,
Nos pesados liames, das trocas, para conservar o véu.
Algures o fogo ardia, mais e mais fundo a cada dia,
A andar, ia inconformada, pois a luz não lhe aparecia.
Debalde vislumbra ao longe um oásis onde na água pura
Se banharia e a sede arrefeceria, mas cura, não havia.
E no subnível sobreviveu as sombras consumindo toda luz...
Não queria mais viver, nem ceder ao que o corpo seduz,
Não queria nada sentir, nem ter cadinho de lembranças.
Sem ter o que fazer, perdera mais que sua esperança.
Mas numa alquimia de alianças, a poção mágica se desfez
A dor atroz se alojou nos pecados, ganhando mais altivez
E em cada nó que desfazia tentando aos poucos se libertar,
Sem saber nas teias se enredava para no seu inferno ficar.
Ibernise.
Barcelos, 17.07.2010.
Núcleo Temático Romântico.
Fonte: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=141996
Ígneo Motor... (Inédito!) - Ibernise - 31Jul2010 06:32:56
Ígneo Motor...
A feminilidade tem uma essência igual,
Mas se expressa de formas diferentes...
Gosta de tudo que é sensual
Tem fomes recorrentes
Num disfarce, de bons modos, sensorial...
Quase morre do desejo que sente,
E disfarça tantas vontades, em crise existencial…
E quando o amador não hesita
E demonstra todo seu fervor...
Ela foge, desvia a vista,
Não sai de si, nega um favor...
Quer iniciativa… E no sexo, despista...
Acesa, surpreende, o ígneo motor
Que vaidoso delira seguindo todas as pistas…
Ibernise
Indiara (Goiás/Brasil), 19.06.2010.
Núcleo Temático Romântico.
Fonte: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=137852
Meu Reino... - Ibernise - 31Jul2010 06:32:56
Meu Reino...
Anjo meu
Em nossas noites de amor reinas...
Chama, cada vez mais acesa,
Tem histórias para contar e reviver
Mesmo na saudade de tua presença...
E cada vez que retornas, o meu reino te dou
Nesse enquanto que consola
Reinado de mais uma noite de amor…
Anjo meu...
No teu castelo és o artesão da nossa vida
Rei de privilegiado trato e retrato
Num cenário de sonhos e miragens à janela
Compões nosso poema mais-que-perfeito...
Entre assobios, versos no teu dia a dia,
Que o arfar do peito não esconde…
Desfaleço e me apego a ti, indefesa
Anjo meu...
Áureo colosso que de tantos lugares contemplo...
Num querer que mais cresce,
No prazer deste olhar, que me prende e me encanta,
Numa vontade de ficar mais um instante…
Ibernise.
Indiara (Goiás/Brasil), 14/06/2010.
Núcleo Temático Romântico.
Fonte: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=137435
Todos em Órbita... - Ibernise - 31Jul2010 06:32:56
Todos em Órbita…
Você olha o céu todos os dias?
Eu vejo o céu todos os dias… No céu esta a configuração básica do sistema solar, e através dela posso entender o universo…
O que você vê no céu, pode não ser o céu mas o seu próprio céu…
O meu céu me surpreende, o meu céu me move e alimenta. Céu que também tem sol e as estrelas o cercam. E os planetas giram em volta dele, também… E quanto mais próximos do sol mais rapidamente giram… É assim que as estrelas iluminam nosso universo, com seus brilhos viajantes...
Mas não é fácil chegar as estrelas, elas são mesmo inacessíveis. A luz delas leva séculos para chegar até nós… Estão afastadas, a milhares de anos-luz…
Às vezes me imagino mais próxima ao astro rei... Nestas ocasiões giro tão rápido que me transporto para outros espaços envolta naquele calor, do qual se muito perto me aproximasse, desapareceria… Mas não quero estar tão próxima, receber a luz dessa grandiosa estrela já me basta, já me aquece o suficiente, já me permite viver a vida…
Mas há também a lua… Ela nos mostra, nos ensina como não ter luz própria e ainda assim estar iluminado, e iluminar… Podemos aprender a força das marés, sempre em vazante e montante... E são tantas fases influenciando os mares, e energizando nossa vida...
Prestando atenção nesse satélite da terra, podemos ver os planetas... Sempre narcisistas, como o ser humano, no seu movimento em torno de si mesmo... Em torno do seu próprio eixo… Rotação. Mas ao mesmo tempo também ensaia seus passos de dança no movimento de translação, é quando demonstra que sente a presença de outros elementos do universo e os reverencia…
Um desses movimentos dá origem aos dias e as noites… Que poderiam ser entendidos como labor e lazer, transparência e mistério, coragem e medo… Mas não há rigor nestes signos, porque a luz do dia, que é dádiva da vida, necessita também do aconchego da noite, do escuro que se acende no encontro consigo mesmo…
E o outro movimento? Este dá origem as estações do ano… Estações… Cada uma mais propícia ao ciclo existencial, interagindo com o ecossistema e as relações humanas nas suas mais diletas emoções. Primavera, verão, outono e inverno. Cada uma delas guardando a sua beleza e fazendo promessas, que perduram na repetição deste ciclo perpétuo.
Numa estação surgem as flores, revigora o ambiente na beleza e delicadeza da paisagem… Na outra aquece, madura os frutos, multiplicando os afetos… Aquela nos faz ver e sentir, o significado das folhagens ao chão, uma ansiedade exultante, e angustiante que anuncia que é hora de colher… E a seguir o oásis que se apresenta com o cair das chuvas, lembrando que é novamente tempo de plantar…
Uma lição e tanto… Ver as coisas como realmente são, poderia ser simples, não fora a nossa própria mente, o grande impedimento. Sempre que conseguimos romper esta barreira psicológica, mudamos a nós mesmos e ao mundo.
Por esses motivos às vezes quero ser sol, às vezes quero ser lua… De ti.
Ibernise.
Indiara (Goiás/Brasil), 30.05.2010.
Núcleo Temático Educativo.
Fonte: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=135201
Na Fantasia, Há Mar… - Ibernise - 31Jul2010 06:32:56
Na Fantasia, Há Mar…
Desde sempre vivera na praia… Correndo sobre grandes tapetes de areia branca. Muito vento assanhando seus cabelos, longos e negros, enquanto sol ardia sobre o sal à revelia de cada poro ao longo de sua pele morena.
Aqui acolá se deparava com falésias… E nestas ocasiões a alternativa sensata era apreciar as ondas quebrando, numa fanfarra de sons que não paravam de ecoar como se fora a mais linda das canções, ou o mais estridente grito por liberdade.
Era pura emoção ver o espetáculo das espumas rompendo o subnível das águas, formando bordados no ar, polvilhando o ar com bolhas diamantes liberadas através de seu próprio esforço... Uma tela divinal ora em azul e branco, ora em escala colorida no contraste do sol poente…
Foram tantas as vezes que vivera aqueles momentos de encontros mágicos... No silêncio daquele diálogo solitário, entre a alma menina e a alma da mãe natureza, sempre forte, generosa, apoteótica e repetitiva. Pródiga nos seus encantos, a falar de ponderação, poder, humildade, partilha, paciência, pureza, leveza… Virtude e dignidade espraiando-se no ar…
Às vezes era aurora, às vezes era sol à pino, às vezes era ocaso… Às vezes era dia de sol, às vezes era dia de chuva. Maré baixa, maré alta… A cada dia, nada impedia que aquele diálogo mudo se consumasse. Na alegria ou tristeza, era acolhedor aquele afago entre a fantasia e a realidade, a cada evento a menina crescia e em moça se transformava…
Ibernise.
Indiara (Goiás/Brasil), 23.05.2010.
Núcleo Temático Romântico.
Fonte: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=134085
Ensaio Sobre a Mentira (Inédito!) - Ibernise - 31Jul2010 06:32:56
Verde, Mas nem Tanto...
Embora não sabendo explicar bem algumas coisas o ser humano se esforça pela verdade, defende a verdade.
Ao contrario do que muita gente pensa a mentira é espontânea, é a verdade que tem que ser construída dia a dia. Isso, porque a nossa consciência, segundo S. Freud, é mentirosa só a nossa inconsciência é verdadeira.
Mas o inconsciente raramente se mostra, e quando o faz se põe à sombra, da luz de nossas paixões (ideais, trabalho,prazeres, etc).
Portanto a paixão, através do desejo, trai a razão, porque não sabe o que deseja, nem mesmo sabe o que faz falta, só sente a falta.
Por isso paixão arde, desejo trai. Esta é a constante da vida, e enquanto a existência segue entre a verdade e a mentira, as pessoas se enganam construindo sonhos e vivendo fantasias.
Seguem mentindo até que um pequeno lume de razão estraga tudo… É a verdade vindo à tona, sempre em hora indesejada, porque a mentira nunca deseja entregar seu reino, onde a felicidade é sempre soberana…
Ibernise
Indiara (Goiás/Brasil), 17.05.2010.
Núcleo Temático Filosófico.
Fonte: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=133569
As Tribos de Relacionamento Moderno (Parte III) - Ibernise - 31Jul2010 06:32:56
Uma leitura do Imaginário Popular a partir da poesia (Letra da Música: A História de Lily Braun).Uma composição: Edu Lobo/Chico Buarque
As Tribos de Relacionamento Moderno (Parte III)
Na contemporaneidade uma história quando termina em casamento pode não ser uma história feliz… Uma história feliz pode começar com_era uma vez... Mas não fica só nisso. Os ingredientes para um bom final, está no durante, não no fim. O epílogo feliz não considera o tempo, mas a intensidade dos sentimentos vividos.
Dar identidade a relação, voltar ao passado quando se deseja, e sofrer pela saudade da felicidade vivida, nas brigas… E nas reconciliações. Ah! Uma reconciliação quando se vive uma paixão intensa é mesmo, a coisa melhor de se sentir. Mas a recompensa maior é o amadurecimento da relação, o aprofundamento no conhecimento do outro, seus limites e o tamanho da fogueira que aquece o camping do amor, e o mantém protegido e aquecido.
Barracas se armam e desarmam, mas o importante é que o espaço esteja assegurado. Que o caminho a seguir e a área de abrangência estejam demarcados. Sim… O ser humano é silvestre na sua essência, e gosta de manter seu território. Essa é a primeira referência de reconhecimento e defesa de sua toca.
É assim que o amor (que é angelical, divino) alimenta a paixão. Entretanto oficializar este amor, pode ser um lance do mal (aquele que se opõe ao bem). Uma inveja do divinal amor, tão grande, que anula as liberdades individuais, iludindo as pessoas a pensarem que podem ser donos de alguém. E é aí que tudo começa a conspirar para a infelicidade.
Não existem fórmulas mágicas, para ser feliz no casamento, nem ser feliz fora do casamento. Mas o amor não nasce nem cresce em convenções, em modelos, nem padrões de comportamento. Ele cresce através do carinho, da atenção, em pequenas coisas que alimentam o dia a dia, da amada e do amador, ainda que não seja uma convivência sobre o mesmo teto.
É a paixão que alimenta, todo grande amor, deixando-o cego, de tempos em tempos. E aquela, só sobrevive em liberdade, nada que aprisione, os apaixonados os manterá neste estado. E se sentir apaixonado é roteiro básico de histórias felizes…
As tribos modernas de relacionamento, chamam atenção a este mistério da sedução, que através dos tempos mostra que 'antigüidade não é posto', a não ser para carreiras militares. Que tabus precisam cair, para que muitas cabeças deixem de rolar.
A liberdade que o novo imaginário popular apregoa, e mais que isso, vive, passa por comportamentos desafiadores, exacerbados, das normas de conduta arraigadas. Mas só para não perdermos o bonde da história e dos fenômenos sociais, e principalmente para entender o que se passa, nos chamados relacionamentos modernos, é necessário prestar mais atenção ao que está acontecendo.
Isto porque se as pessoas estão 'ficando', namorando, casando, ou convivendo de formas diferenciadas, derivando para a configuração de novos padrões de relacionamento amoroso, não podemos tapar o sol com a peneira. Quem não consegue ver é porque não quer.
Estes novos grupos estão em toda parte e fazer parte dele não é privilégio dos jovens. Estão dentro e fora do lar, o mesmo, de outrora e que, mesmo assim, continuará imaculado e firme porque não se vê um lar. Um lar se sente, se constroe e se mantém.
Lar é mesmo pura emoção, um patrimônio de amor, subliminar. O amor é mesmo tudo e está na base, e sem esta infra-estrutura emocional o que era tudo se transforma em nada, desmoronando. Mas sempre ficam pedras sobre pedras… E assim sendo só resta catar uma a uma e recomeçar, com novas formas de viver, ver e agir social_mente…
Ibernise.
Indiara (Goiás/Brasil), 02.05.2010
Nucleo Temático Educativo.
Direitos autorais reservados/Lei n. 9.610 de 19.02.1998.
Links dos textos anteriores desta série 'As Tribos de Relacionamento Moderno':
http://www.ibernisemaria.prosaeverso. ... isualizar.php?idt=2206528
http://www.ibernisemaria.prosaeverso. ... isualizar.php?idt=2206582
……………
A História de Lily Braun
Como num romance
O homem de meus sonhos
Me apareceu no dancing
Era mais um
Só que num relance
Os seus olhos me chuparam
Feito um zoom
Ele me comia
Com aqueles olhos
De comer fotografia
Eu disse xiiiis
E de close em close
Fui perdendo a pose
E até sorri, feliz
E voltou
Me ofereceu um drinque
Me chamou de anjo azul
Minha visão foi desde então
Ficando full
Como no cinema
Me mandava às vezes
Uma rosa e um poema
Foco de luz
Eu, feito uma gema
Me desmilinguindo toda
Ao som do blues
Abusou do scotch
Disse que meu corpo
Era só dele aquela noite
Eu disse please
Xale no decote
Disparei com as faces
Rubras e febris
E voltou
No derradeiro show
Com dez poemas e um buquê
Eu disse adeus
Já vou com os meus
Numa turnê
Como amar esposa
Disse ele que agora
Só me amava como esposa
Não como star
Me amassou as rosas
Me queimou as fotos
Me beijou no altar
Nunca mais romance
Nunca mais cinema
Nunca mais drinque no dancing
Nunca mais cheese
Nunca uma espelunca
Uma rosa nunca
Nunca mais feliz
Endereço do Video Youtube
http://www.youtube.com/watch?v=rabzeHnZrUU
Maria Gadu - A história de Lily Braun
Para desativar o som clique no canto superior direito. Obrigada.
Fonte: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=130922
Tempo ao Tempo - Ibernise - 31Jul2010 06:32:56
Tempo ao Tempo
Ventos justos e mares calmos
Para meu amor se sentir pleno,
A natureza, num toque ameno
Que sua alma inunde em salmo.
Água fértil, seio da terra, almo...
Fórmula mágica ao olhar, acena,
Muda o tempo e retira o veneno
Motivador das idéias, ensalmo,
Alquimia, chuva a espera do sol
Se há pranto, que espere o riso
Pois o amo, dele tanto preciso...
Meus cuidados, noite e arrebol
Dia de festa em castelo de vidro
Sonho frágil em um cristal, hidro...
Ibernise.
Indira (Goiás/Brasil), 21.04.2010.
Núcleo Temático Romântico.
Fonte: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=129453
VOCÊ SOMOS NÓS, NÃO ESTAMOS SÓS - Ibernise - 31Jul2010 06:32:56
VOCÊ SOMOS NÓS, NÃO ESTAMOS SÓS
Já parou para pensar no que você está se transformando? O que tem feito por sua adaptação que é sua maior riqueza? Você reconhece, a si, como biodiversidade, como reserva de resistência Homo sapiens? Ou está investindo toda sua energia vital em homogeneização, inserindo-se em padrões artificiais, nos quais nem você mesmo acredita. E se não acredita por que os segue?
Comendo o que não pode ser encontrado na natureza, se precisar dela diretamente sem auxilio de agroindústrias, engenharia genética, transgênicos, o que será de você? Lembrando que 'só os mais fortes sobrevivem', os mais fortes, não são exatamente aqueles que tem o corpo 'sarado'. Homogeneidade humana saído de provetas… Aos milhões… Quando se fala em natureza mesmo, há que se pensar no básico, nos primórdios, lá onde tudo começou… Água, fogo, terra…
Seu kit de sobrevivência, sabe a sua composição? Sabe que precisa de proteger seu corpo contra intempéries. Corpo nu, não resiste… Precisa de espaço para existir, isso significa que tem que preservar seu meio… Geográfico… Ou seja físico-político-social… Precisa de alimento, mas não precisa de supermercados, enlatados, massas integrais, pseudoalimentos são descartáveis, mas a sua fome, não é… Precisa de abrigo, neste conceito a selva de pedras não corresponde a realidade, precisa ser capaz de reconhecer e viver mais próximo ao verde das matas, dos campos. Viver mais próximo de manaciais hídricos, de sentir o clima na pele, nos cabelos. Olhar o sol e saber do tempo, o seu tempo em consonância ao tempo da natureza ao seu redor…
Precisa se ligar… Estar conectado e em paz com a harmonia do universo, um aparente caos onde um evento leva a outro evento, ao acaso, até que surge um padrão. Cuide, esteja atento, um destes padrões pode ser você, seu modo de vida, sua forma de se relacionar.
Ibernise.
Indiara (Goiás/Brasil), 14.04.2010.
Núcleo Temático Educativo.
Para ver ilustrações referentes, fundo musical (Banda Scorpions - Humanity / Musica de festival, critica social do meio ambiente)
http://www.ibernisemaria.prosaeverso. ... isualizar.php?idt=2196786
Fonte: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=128286





