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       <title> Http://www.casadapoesia.org/ - A casa dos Poetas</title>
       <link>http://www.casadapoesia.org/.</link>
       <description>O portal das outras notícias</description>
       <language>pt-pt</language>
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<item>
	<title><![CDATA[Poesia Didática de Ibernise: Performance 'Coroa de 15 Sonetos']]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/26458/]]></link>
	<description><![CDATA[<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Poesia Didática de Ibernise: Coroa de 15 Sonetos</p>
<p>Performance Lúdica no Pátio da Escola. <br />
<br />
Marcações das posições, à giz no chão.<br />
<br />
Formação de uma Ciranda de 14 alunos com um ao centro. Cada aluno segura em um das mãos uma folha numerada ( Numeração em algarismos romanos de I a XIV). A seguir se movimentam em círculo no sentido anti horário e cantam uma ciranda. <br />
<br />
Ao término da canção param e em uníssono perguntam ao aluno do centro:<br />
<br />
_OoooÔ do centro! Quem é você?<br />
<br />
E o aluno Responde:<br />
<br />
_E aí meu? Eu sou o mote desta parada.<br />
<br />
E os alunos novamente questionam:<br />
<br />
_Que vocêe faz ôooo mote?<br />
<br />
E o mote responde:<br />
<br />
_ Eu, sou o cara que distribui versos.<br />
<br />
E os alunos:<br />
<br />
_Que versos?<br />
<br />
_ E o mote:<br />
<br />
_Versos da Coroa de 15 Sonetos. E aí genteeee! Chega mais! Chega maaiiis.<br />
<br />
E o regente anuncia o seu nome do (O Galo de Barcelos) enquanto 14 alunos (versos) aparecem:<br />
<br />
Movimentação da cena:<br />
14 alunos se encaminham ao centro da ciranda. Cada aluno com 3 folhas de papel na mão, (cada folha em um lado tem um número de 1 a 14, e do outro lado tem o verso correspondente ao número. As 3 folhas para aluno (verso), são exatamente iguais, cópias iguais)  se posicionando em fila indiana atrás do mote ao centro da ciranda. Quando o verso 14 se posiciona como último da fila, o mote diz ao verso 14:<br />
 <br />
_ 14 gente boaaa!<br />
<br />
E o verso 14 diz:<br />
<br />
_Eaêêê gente fina...<br />
<br />
E o mote:<br />
<br />
_Diz qual é a tua 14...<br />
<br />
E o verso 14 lê seu verso. E o mote diz ao verso 14:<br />
<br />
_ 14 leve seu verso ao número XIV e ao número I da ciranda.<br />
<br />
E o verso 14, vai a roda de ciranda e entrega um verso 14 ao aluno de número XIV e outro verso 14 ao aluno de número I. E retorna ao centro, enquanto o aluno de número XIV põe o verso recebido (14) no chão a sua frente e o aluno de número I põe o verso recebido (14) no chão atrás de si. <br />
<br />
E o mote reitera:<br />
<br />
Verso 1, diz alguma meuuuu!!<br />
<br />
E o verso 1 diz:<br />
<br />
_Faaaala manoo!!! É o seguinte:<br />
<br />
E o verso 1 lê seu verso e ao terminar, o mote responde...<br />
<br />
_ 1 leve seu verso ao número I e ao número II da ciranda.<br />
<br />
E o verso 1, vai a roda de ciranda e entrega um verso 1 ao aluno de número I e outro verso 1, ao aluno de número II. E retorna ao centro, enquanto o aluno de número I põe o verso recebido (1) no chão a sua frente e o aluno de número II põe o verso recebido (1) no chão atrás de si. <br />
<br />
 E o mote novamente:<br />
<br />
_Verso 2, manda vêee para galerinhaaaa!<br />
<br />
E o verso 2:<br />
<br />
_Tô mermo na área véi: <br />
<br />
E o verso 2 lê seu verso e ao terminar, o mote responde...<br />
<br />
_  Falô mano 2!  Leve seu verso ao número II e ao número III da ciranda.<br />
<br />
E o verso 2, vai a roda de ciranda e entrega um verso 2 ao aluno de número II e outro verso 2, ao aluno de número III. E retorna ao centro, enquanto o aluno de número II põe o verso recebido (2) no chão a sua frente e o aluno de número III põe o verso recebido (2) no chão atrás de si.<br />
<br />
E assim o mote vai chamando cada um dos versos seguintes o 3,  o 4, o 5, o 6, o 7, o 8, o 9, o 10, o 11, o 12,  e o 13, para  a lerem seus versos os entregarem a cada um dos números da ciranda, enquanto cada um dos números (alunos) da roda de ciranda, recebem sempre um colocando o verso no chão a sua frente enquanto o outro, põe o verso recebido no chão atrás de si. <br />
<br />
E finalmente, tendo todos recebido seus versos, o mote diz:<br />
<br />
Agora todos vocês são sonetos inacabados, se quiserem ser sonetos um dia, precisam procurar e encontrar em si mesmos, e na interação com o outro, os versos que os completarão. E se todos conseguirem ser sonetos, um dia, poderemos ser todos juntos uma: 'Coroa de 15  Sonetos'.<br />
<br />
Fim das encenações...<br />
<br />
In:&lsquo;Poesia Paradidática de Ibernise&rsquo;<br />
<br />
Ibernise<br />
Barcelos (Portugal), 12MAI2012.</p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Fri, 11 May 2012 19:30:53 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/26458/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[Entrevista de Ibernise na Rádio Cávado]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/26402/]]></link>
	<description><![CDATA[<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Entrevista de Ibernise na Rádio Cávado</p>
<p>http://www.ibernisemaria.prosaeverso.net/audio.php?cod=48167</p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Sat, 21 Apr 2012 23:36:38 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/26402/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[‘I Festival de Poesia Didática de Barcelos’]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/26374/]]></link>
	<description><![CDATA[<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><a id="js_0" class="actorName" data-ft="{"type":35}" href="https://www.facebook.com/ibernise" data-hovercard="/ajax/hovercard/user.php?id=1413775608">bernise Maria Morais</a> <a href="https://www.facebook.com/IFestivalDePoesiaDidactica" target="_blank" rel="nofollow">https://www.facebook.com/IFestivalDePoesiaDidactica</a></p>
<p>I Festival de Poesia Didática de Barcelos, é uma iniciativa que visa  produzir ações populares de manifestações em torno da poesia, em suas  dimensões épica, teatral e lírica. Uma intervenção cultural de cunho  interdisciplinar. Barcelos é a cidade dos artistas, a cultura de raiz  aqui é viva e pungente. Evento que contém em si, uma ação de intercâmbio  cultural entre Portugal e Brasil. O tema do festival  ' O Galo de Barcelos' é apelo a este ícone memorial de grande  importância no mundo. A poesia está também contemplada nas relações  didáticopedagógicas, para todas as idades, para as escolares e para  todos. A presença da música, da fotografia, performances em palco, a  criação de materiais didáticos específicos para este fim, com estórias e  jogos. O artezanato, a dança, a declamação. O livro e a leitura estarão  marcando presença. As oficinas itinerantes de poesia, a levar aos  quatro cantos de Barcelos, a sua mensagem de união e parceria com  entidades diversas desde escolas, até cafés. A poesia durante o  festival, estará onde sempre esteve ao lado de cada pessoa, mas vestirá  uma fantasia, para estar mais feliz e atuante em nossas vidas.</p>
<p>Para participares do I Festival de Poesia Didática de Barcelos com um  poema, em verso ou prosa, envia para este endereço mail@ibernise.com<br />
Teu poema fará parte dos anais do festival, e constará em publicação  especifica para este fim. Informa o teu site se quiseres divulgação. O  tema é 'O Galo de Barcelos'. Participa deste trabalho de incentivo a  cultura, é de Barcelos, que está a partilhar com todo o mundo.</p>
<p> </p>
<p><a id="js_1" class="actorName" data-ft="{"type":35}" href="https://www.facebook.com/ibernise" data-hovercard="/ajax/hovercard/user.php?id=1413775608">Ibernise Maria Morais</a> <a href="https://www.facebook.com/events/404745046220582/" target="_blank" rel="nofollow">https://www.facebook.com/events/404745046220582/</a></p>
<p> </p>
<p>20 de abril - abertura início 21:00 e fim às 00:40</p>
<p> </p>
<p>Entrada: Livre a todo o público.</p>
<p> </p>
<p>24 de abril a 28 de junho - oficinas itinerantes de poesia didática.</p>
<p> </p>
<p>Entrada: Livre</p>
<p><br />
 30 de junho - encerramento.<br />
Entrada: Livre<br />
<br />
<a href="https://www.facebook.com/IFestivalDePoesiaDidactica" target="_blank" rel="nofollow">https://www.facebook.com/IFestivalDePoesiaDidactica</a><br />
.<br />
-Atrações do Evento de Abertura:<br />
Sarau<br />
. declamações com acompanhamento de musica instrumental ao vivo<br />
. performance grupo do Projeto 'As Fitas' (Dança, Música Instrumental e Declamações da Antologia 7Pecados.Poemas:<br />
Pecados:  Solidão, Carlos Américo, pág.2.  <br />
Vaidade: Vestido de Brocado, São Gonçalves, pág. 37.<br />
Avareza: Avareza, Euclides Cavaco, pág. 53.<br />
Ira: Carapuça, Carlos Tronco, pág. 62.<br />
Preguiça: Preguiça, Marisa Rosa, pág. 88.<br />
Luxúria: Amor e Samba, Ibernise, pág. 98.<br />
Inveja: Os Invejosos, Vóny Ferreira, pág. 128.<br />
Gula: Hás-de Morrer Empantorrada! Gil Moura, páginas 134, 135. <br />
<br />
Concertos:<br />
<br />
1.Jorge Lomba<br />
2.Ermo<br />
<br />
-Entidades participantes<br />
Promoção:<br />
Câmara Municipal de Barcelos/Biblioteca Municipal de Barcelos.<br />
BlogTok - Edição de Livros - Apoio e Incentivo a Literatura e a Pop Arte.<br />
Produção e Coordenação:<br />
M.O.E<br />
<br />
O Projeto &lsquo;As Fitas&lsquo; do Agrupamento de Escolas Abel Varzim apoiam este Evento.  <br />
 ................................<br />
<br />
Caracterização do Evento: &lsquo;I Festival de Poesia Didática de Barcelos&rsquo;<br />
Oficinas Itinerantes de Poesia integrada a Pop Arte<br />
<br />
Este é um evento interdisciplinar envolvendo literatura e a Pop Arte. A  abertura e o encerramento (20ABR2012 e 30JUN2012), acontecerá no  auditório da Biblioteca Municipal de Barcelos. A programação prevê um  total de 12 oficinas de poesia didática, durante o período entre a  abertura e o encerramento das atividades. Os resultados das oficinas  darão origem a segunda edição da Revista BlogTok cujo lançamento será na  30ª Feira do Livro de Barcelos em julho de 2012.<br />
<br />
..................<br />
Declamações e Declamadores, no Sarau de Abertura:<br />
Obras que serão lidas durante as declamações no Sarau:<br />
1.ANTOLOGIA Poética do Chá. Edição Câmara Municipal de Barcelos.Direção  Florinda Bogas.Publicação Biblioteca da Escola Sec/3 de Barcelinhos.  Ilustrações Turma 12ª F de Artes Visuais da Escola Secundária Alcaides  Faria.Prefácio de Armandina Saleiro.Textos Comunidade Educativa. Design e  fotografia Undergraph, Lda.Execução Lusoimpress.com. 2012.Barcelos  (PT);88p.<br />
Poemas da obra, inseridos no Sarau de Abertura:<br />
&lsquo;Nota com Chá&rsquo; de Antônio Carvalho, página 11.<br />
&lsquo;Nostalgia&rsquo; de Florinda Bogas, página 13.<br />
&lsquo;Chá e Poesia&rsquo; de Marina Costa, página 67.<br />
&lsquo;Paixão Irresistivel&rsquo; de Álvaro Carvalho, página 83.<br />
<br />
 2.ANTOLOGIA 7 Pecados.Diversos Autores de Países Lusófonos.Edição BlogTok,2010.Barcelos.200p.<br />
Poemas da obra, a serem declamados no Sarau de Abertura: <br />
&lsquo;O Pecado&rsquo;. Poeta João Vasconcelos (edição póstuma) Barcelos-Portugal,p 4. Declamador: José Ilidio Torres.<br />
&lsquo; A Chegada dos Pecadores&rsquo;. Poeta Pedro Batista. Setúbal-Portugal, p 57. Declamadora: Conceição Bernardino.<br />
&lsquo;Prazeres&rsquo; . Poeta Gladis Deble. Rio Grande do Sul-Brasil.p 97 Declamador José Ilidio Torres<br />
&rsquo;Eu&rsquo; Poeta Sandra Almeida. Rondônia-Brasil. p 36. Declamador: Xavier Zarco.<br />
&lsquo;Minha Boneca&rsquo;. Poeta Jandira. Lunda-Angola.p 120. Declamadora: Conceição Benardino.<br />
&lsquo;Coração em Chamas&rsquo;.Poeta Massundidi. Uíge-Angola.p 104. Declamadora: Anita.<br />
&lsquo;Poeiras Frustradas&rsquo;.Poeta José Honório.Benguela-Angola.p 82. Declamadora: Cristina.<br />
&lsquo;Positiva Ansiedade&rsquo;. Poeta Marinho. Barcelos-Portugal.p 11. - Declamadora: Ibernise.<br />
&lsquo;Solidão&rsquo;. Poeta Carlos Américo, pág. 2. Declamadora - Professora Maria da Conceição Gomes Lamela Silva.<br />
Outros poemas da antologia 7Pecados serão declamados durante a performance dos integrantes do Pprojeto &lsquo;As Fitas&rsquo;.<br />
<br />
3. CARLOS VAL pseudônimo literário de CONCEIÇÃO BERNARDINO. &lsquo;Nono Sentido&rsquo; Ed. Temas  Originais&rsquo; 91 p.<br />
Poema da obra, a ser declamado no Sarau de Abertura por: Conceição Bernardino.<br />
Poema &lsquo;Planícies de Pedra&rsquo;. Poeta Carlos Val. Porto.p 72<br />
Declamadora: Conceição Bernardino.<br />
<br />
 4.DIANA BALLIS &lsquo;Signo do Amor&rsquo; Ed. BlogTok..Barcelos/Portugal.2011.83p<br />
Poema da obra, a ser declamado no Sarau de Abertura:<br />
&lsquo;Respirar Felicidade&rsquo; p75.<br />
Declamadora:Ibernise<br />
<br />
 5. IBERNISE MARIA.&lsquo;Sonetos&rsquo;.Ed.BlogTok,2009.Barcelos-Portugal.123p.<br />
Poema da obra, a ser declamado no Sarau de Abertura:<br />
 &lsquo;Florescer&rsquo;.Pernambuco-Brasil.p 15.<br />
Declamadora: Ibernise.<br />
<br />
 6. FLAVIO LOPES.&lsquo;Bússola&rsquo;.2010.Barcelos-Portugal.100p.<br />
Texto a ser declamado no Sarau de abertura:<br />
Euforismos p 34<br />
Declamador: Poeta Flávio Lopes<br />
<br />
 7. JOSÉ ILÍDIO TORRES.&rsquo;O Amor é Um Tema Batido&rsquo;.Ed.Temas Originais.2011.Coimbra.74p.<br />
Poema da obra, a ser declamado no Sarau de Abertura:<br />
&rsquo;E Se Para Variar Fizéssemos Amor?&rsquo; Barcelos-Portugal.p 30.<br />
Declamador: Poeta José Ilídio Torres.<br />
<br />
8.JOSÉ LOURENÇO.&lsquo;Rodinha 26 - Fragmentos de um Sonho-Ox Pó&rsquo;.Ed. BlogTok,2009.Barcelos.78p.<br />
Poema da obra, a ser declamado no Sarau de Abertura:<br />
&lsquo;Contemplo&rsquo;. Barcelos-Portugal.p 41.<br />
Declamadora: Ibernise.<br />
<br />
9. JORGE DA SILVA OLIVEIRA&rsquo;Poemas E...&rsquo; Fabigráfica Lda.2005.Barcelos.117p.<br />
Poema da obra, inseridos no Sarau de Abertura:<br />
Poema 10. Barcelos-Portugal. p 94 <br />
Declamadora: Cristina.<br />
<br />
10.XAVIER ZARCO.&rsquo;O Guardador das Águas&rsquo;Coleção Poemar nº3;Edições L.Coimbra.205.34p.<br />
Poema da obra, a ser declamado no Sarau de Abertura:<br />
poema 11. p 23. <br />
Declamador:Poeta Xavier Zarco<br />
<br />
<br />
Concertos de Encerramento<br />
<br />
Composição do programa de encerramento à definir...</p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Wed, 11 Apr 2012 13:46:28 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/26374/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[Pra você]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/26041/]]></link>
	<description><![CDATA[<p></p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Tue, 17 Jan 2012 09:21:36 WET]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/26041/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[Todos em Órbita (Poesia Didática - Geografia)]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/25013/]]></link>
	<description><![CDATA[<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Todos em Órbita&hellip;<br />
Você olha o céu todos os dias?<br />
Eu vejo o céu todos os dias&hellip; No céu esta a configuração básica do sistema solar, e através dela posso entender o universo&hellip;<br />
<br />
O que você vê no céu, pode não ser o céu mas o seu próprio céu&hellip;<br />
<br />
O  meu céu me surpreende, o meu céu me move e alimenta.Céu que também tem  sol e as estrelas o cercam.E os planetas giram em volta dele, também&hellip;<br />
<br />
E  quanto mais próximos do sol mais rapidamente giram. É assim que as  estrelas iluminam nosso universo, com seus brilhos viajantes...<br />
<br />
Mas  não é fácil chegar as estrelas, elas são mesmo inacessíveis. A luz  delas leva séculos para chegar até nós. Estão afastadas, a milhares de  anos-luz&hellip;<br />
<br />
Às vezes me imagino mais próxima ao astro rei. Nestas  ocasiões giro tão rápido que me transporto para outros espaços, envolta  naquele calor, do qual, se eu muito perto me aproximasse, desapareceria&hellip;<br />
<br />
Mas,  não quero estar tão próxima, receber a luz dessa grandiosa estrela já  me basta, já me aquece o suficiente, já me permite viver a vida&hellip;<br />
<br />
Mas  há também a lua. Ela nos mostra, nos ensina como não ter luz própria e  ainda assim estar iluminado, e iluminar. Podemos aprender a força das  marés, sempre em vazante e montante.E são tantas fases influenciando os  mares, e energizando nossa vida...<br />
<br />
Prestando atenção nesse  satélite da terra, podemos ver os planetas. Sempre narcisistas como o  ser humano no seu movimento em torno de si mesmo, do seu próprio eixo.  Rotação. Mas ao mesmo tempo também ensaia seus passos de dança no  movimento de translação, é quando demonstra que sente a presença de  outros elementos do universo e os reverencia&hellip;<br />
<br />
Um desses  movimentos dá origem aos dias e as noites. Que poderiam ser entendidos  como labor e lazer, transparência e mistério, coragem e medo. Mas, não  há rigor nestes signos, porque a luz do dia, que é dádiva da vida,  necessita também do aconchego da noite, do escuro que se acende no  encontro consigo mesmo&hellip;<br />
<br />
E o outro movimento? Este dá origem as estações do ano. Estações&hellip;<br />
Cada  uma mais propícia ao ciclo existencial, interagindo com o ecossistema e  as relações humanas nas suas mais diletas emoções. Primavera, verão,  outono e inverno. Cada uma delas guardando a sua beleza e fazendo  promessas, que perduram na repetição deste ciclo perpétuo.<br />
<br />
Numa  estação surgem as flores, revigora o ambiente na beleza e delicadeza da  paisagem&hellip; Na outra aquece, madura os frutos, multiplicando os afetos.  Aquela nos faz ver e sentir, o significado das folhagens ao chão, uma  ansiedade exultante, e angustiante que anuncia que é hora de colher. E a  seguir o oásis que se apresenta com o cair das chuvas, lembrando que é  novamente tempo de plantar&hellip;<br />
<br />
Uma lição e tanto. Ver as coisas como  realmente são, poderia ser simples, não fora a nossa própria mente, o  grande impedimento. Sempre que conseguimos romper esta barreira  psicológica, mudamos a nós mesmos e ao mundo.<br />
<br />
Por esses motivos às vezes quero ser sol, às vezes quero ser lua&hellip;<br />
De ti.<br />
<br />
<br />
Ibernise.<br />
Indiara (Goiás/Brasil), 30MAI2010.<br />
Núcleo Temático Educativo.</p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Sun, 01 Jan 2012 10:48:34 WET]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/25013/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[Ceres em Cena]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/24999/]]></link>
	<description><![CDATA[<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Era verde o canavial<br />
Com tantas canas maduras<br />
Numa lavoura industrial<br />
Racional em linhas puras<br />
<br />
Quantos de certo ficaram<br />
Não se sabe. Atrás dos muros,<br />
Não se sabe os que tombaram<br />
No campo de trabalho duro</p>
<p><br />
A luta era pela terra<br />
Mas escondia atos impuros<br />
De dia lavoura é guerra<br />
De noite é pecado à fechadura<br />
<br />
E este tempo era preferido<br />
Para liberdades ao escuro<br />
Abraços, e voos escondidos<br />
Nas canas tantas aventuras<br />
<br />
Colheita além de céus<br />
Terra onde se planta futuro<br />
Humanos girando em carrocel<br />
No crivo a dor das torturas<br />
<br />
Encontram no seu calvário<br />
O amor à terra, lição, ventura<br />
E crescem naquele cenário<br />
Onde tocam suas partituras<br />
<br />
Embalde se recordariam<br />
De tempos não obscuros<br />
Onde mel e açucar verteriam<br />
Das canas verdes futuras<br />
<br />
Das safras que colheriam<br />
Nos cantos e lugares seguros<br />
Cantigas de ninar seriam<br />
O consolo das lidas, sem furos.<br />
<br />
Mas o tempo é senhor da gente<br />
A fazer cenário conjuro,<br />
Muda panoramas e mentes<br />
Entre colheitas e semeaduras<br />
<br />
E os seres viventes da terra<br />
Revigoram seus monturos<br />
Num abandono total que cerra<br />
O bloqueio assaz imaturo<br />
<br />
O solo fortalecido se restabelece<br />
E das leiras surge o novo, a cura<br />
E a aldeia festeja e agradece<br />
A colheita, no tempo, prematura<br />
<br />
Há mais espaço nas casas<br />
E nos corações há fartura<br />
No afeto, a partilha, a brasa<br />
Que afeta a temperatura&hellip;<br />
<br />
As lutas pela sobrevivência<br />
Da fraternidade não cobram juro<br />
Ideias clareiam as consciências<br />
Sem medo, é mais rica a mistura<br />
<br />
E vem tanta felicidade<br />
No broto verde que é cultura<br />
Cela onde cultiva-se verdade<br />
O sentir que rejeita a usura<br />
<br />
Na ação mais acrescenta<br />
Se a liberdade é ventura<br />
A coragem bem lhe assenta,<br />
Acento e assinatura.<br />
<br />
Assim a humanidade alinha<br />
E a história vira literatura<br />
Com o lavorar entre as linhas<br />
Horizonte azul e verde na pintura<br />
<br />
Quadro lindo da natureza<br />
Que produz agricultura<br />
E dói ver tanta beleza<br />
Estrangular na cintura<br />
<br />
Na mira da toxicidade<br />
Ataca a saúde, traz desventura<br />
Ameaça o campo e a cidade<br />
Faz e desfaz o que configura<br />
<br />
Põe em cheque a vivência,<br />
Criador se transforma em criatura.<br />
Resta sobreviver, pedir clemência<br />
Num claustro sem abertura&hellip;<br />
<br />
Ibernise<br />
Barcelos (Portugal), 26DEZ2011<br />
Núcleo Temático Educativo.</p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Tue, 27 Dec 2011 10:45:15 WET]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/24999/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[Poesia Paradidática no Festival NAA - Novas Artes Associadas]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/24941/]]></link>
	<description><![CDATA[<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p style="text-align: justify;">Documentos do WORKSHOP POESIA PARADIDÁTICA NO MÉTODO DE IBERNISE<br />
<br />
<br />
I - Plano de Ação<br />
<br />
Início: Apresentação de ibernise. Introdução ao assunto. <br />
Desenvolvimento do assunto de forma interativa</p>
<p style="text-align: justify;"><br />
. Poesia, método e didática: projetos pedagógicos a partir do poemas e a interdisciplinaridade - Entrega do texto disponível para consulta Respiração e Fotossíntese); </p>
<p style="text-align: justify;"><br />
. Poesia paradidática: Disponibilização do texto &lsquo;Poemas Derivados&rsquo; um exemplo do método aplicado;</p>
<p style="text-align: justify;"><br />
. Apresentação do método de ibernise para fazer poemas.</p>
<p style="text-align: justify;"><br />
Objetivos: </p>
<p style="text-align: justify;">Levar a percepção da estética na poesia como prazer estético, o poema como instrumento de apreensão do conteúdo interdisciplinar e a forma metodológica de Ibernise, para se fazer poemas. Leitura da estória do poeta e o rondel no livro de Ibernise &lsquo;Rondel&rsquo; às paginas 13 a 16.<br />
<br />
Atividades interativas: leitura de poemas, pesquisa sensorial, discussões, coleta de argumentos poéticos e desenvolvimento da estrutura e esboço da poesia &lsquo; Rondel&rsquo;.Distribuição dos livros como modelo da arquitetura do Rondel, como exemplo -  Consultar a introdução p13 a 16.<br />
<br />
Elenco de Poemas de Ibernise que serão apresentados, com participação dos participantes:<br />
.Sonho Meu (Rondel)<br />
.Por Meu Amor (Rondel)<br />
.Ciúmes (Poema livre)<br />
.Conto do Conto sem Aponto (Poema livre)<br />
.Ambição é Marco da História (Rondel)<br />
.Mira Curto o Oráculo,se a Oração é de Fé (Poema livre de encenação)<br />
.Brio Por Um Fio (Poema em quadras)<br />
.Trabalho,Honra e Representação (poema em quadras, com argumento em prosa)<br />
.Para-Brisa (Poema em quadras)<br />
.Praia (Poema em quadras)<br />
<br />
4.Argumento final salientando a importância da poesia paradidática como algo novo e importante nas escolas e na vida do poeta em formação. Agradecimentos.<br />
<br />
<br />
Ibernise<br />
Casa da Juventude (Barcelos/Portugal),17DEZ2011</p>
<p style="text-align: justify;">II - Exemplo de um poema didático</p>
<p> </p>


 


<p>RESPIRAC&#807;A&#771;O E FOTOSSI&#769;NTESE </p>




<p>Vegetais clorofilados, entes, Consigo trazem muitas vidas. Reproduc&#807;a&#771;o muda e carente, Luz e preservac&#807;a&#771;o necessita... </p>
<p>O Oxige&#770;nio e&#769; fonte de vida, Na fotossi&#769;ntese e&#769; excedente... Vegetais clorofilados, entes, Consigo trazem muitas vidas </p>
<p>Algas e folhas verdes, sempre,<br />
O ar purificam, pela clorofila... Como todos os seres viventes, Exalam ga&#769;s carbo&#770;nico, respiram. Vegetais clorofilados, entes... </p>
<p>Ibernise.<br />
Indiara (Goia&#769;s/Brasil), 10JUL2007 </p>
<p>Excerto do poema "Respirac&#807;a&#771;o e Fotossi&#769;ntese" </p>
<p>Os processos de respirac&#807;a&#771;o e fotossi&#769;ntese ocorrem nos vegetais clorofilados. Sa&#771;o processos diferentes. Na respirac&#807;a&#771;o o vegetal absorve oxige&#770;nio e libera ga&#769;s carbo&#770;nico, como qualquer outro ser vivo... No entanto, a fotossi&#769;ntese precisa de luz para acontecer, e so&#769; acontece nos vegetais clorofilados, absorvendo ga&#769;s carbo&#770;nico e eliminando oxige&#770;nio. Todas as a&#769;reas verdes do Planeta Terra, oceanos, mares e rios contribuem para a produc&#807;a&#771;o de Oxige&#770;nio. </p>
<p>A&#769;reas disciplinares: Cie&#770;ncias, Geografia, Portugue&#770;s (Linguagem,Grama&#769;tica, Ortografia e Literatura), Matema&#769;tica. </p>
<p>Explorac&#807;a&#771;o metodolo&#769;gica: </p>
<p>-Discussa&#771;o da tema&#769;tica do poema, pesquisa e elaborac&#807;a&#771;o de questo&#771;es em sala, para responder em casa.<br />
-Exibic&#807;a&#771;o de vi&#769;deos e enquete (repetir a mesma pergunta a diferentes alunos, que podem expor sua opinia&#771;o). </p>






 


<p>-Produc&#807;a&#771;o de textos.<br />
-Localizac&#807;a&#771;o das a&#769;reas verdes, do planeta, que contribuem com a produc&#807;a&#771;o de Oxige&#770;nio. Representac&#807;a&#771;o quantitativa, dessas a&#769;reas, em relac&#807;a&#771;o ao total.<br />
-Localizac&#807;a&#771;o das a&#769;reas hidrogra&#769;ficas e ocea&#770;nicas, do planeta, em que as algas clorofiladas contribuem com a produc&#807;a&#771;o de oxige&#770;nio. Representac&#807;a&#771;o quantitativa, dessas a&#769;reas em relac&#807;a&#771;o ao total. -Socializac&#807;a&#771;o do texto do poema atrave&#769;s de: Leitura silenciosa, leitura em voz alta e dramatizac&#807;a&#771;o; declamac&#807;a&#771;o e musicalizac&#807;a&#771;o do poema.<br />
-Conceituar e reconhecer o poema Rondel.<br />
-Poema compartilhado (Dividir a sala em cinco equipes e cada equipe elabora dois versos para a composic&#807;a&#771;o de um rondel, em duas faixas de papel, depois fazem a montagem do poema segundo a fo&#769;rmula original).<br />
-Descoberta de palavras-chaves e decifrac&#807;a&#771;o desses co&#769;digos fazendo gincana entre as diversas equipes de alunos e alunas. </p>
<p>Avaliac&#807;a&#771;o: </p>
<p>Oral, escrita, aplicac&#807;a&#771;o de questiona&#769;rios, observac&#807;a&#771;o da participac&#807;a&#771;o em sala, Correc&#807;a&#771;o na lousa e auto avaliac&#807;a&#771;o. </p>
<p>Texto dida&#769;tico, apresentando conteu&#769;do, me&#769;todo interdisciplinar e avaliac&#807;a&#771;o.<br />
Se&#769;rie: &ldquo;Poemas Dida&#769;ticos&rdquo;*Nu&#769;cleo Tema&#769;tico Educativo. </p>
<p>Ibernise<br />
Barcelos (Portugal 17DEZ2011) Workshop NAA festival. </p>




<p><br />
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<p>III - Exemplo da Poesia Paradidática de Ibernise</p>
<p> </p>
<p> </p>


 


<p>ME&#769;TODO DE IBERNISE PARA FAZER POEMAS </p>




<p>POEMAS DERIVADOS (Exemplo Partindo de um outro Poema) </p>
<p>Esta mostra e&#769; de minha &ldquo;Se&#769;rie Poemas Dida&#769;ticos&rdquo;, que se propo&#771;e a mostrar formas de ensinar a fazer poemas em parceria, derivados de outro poema, ou de um texto gerador. Utilizando o &ldquo;Me&#769;todo de Ibernise para Fazer Poemas&rdquo;. </p>
<p>Para iniciar a composic&#807;a&#771;o de um poema utilizando este me&#769;todo,<br />
e&#769; importante partir de uma TEMA&#769;TICA ORIGINAL exposta em um texto gerador, ou de um Poema, como e&#769; o caso das parcerias,<br />
da Coroa de Sonetos e outras formulac&#807;o&#771;es poe&#769;ticas... </p>
<p>Neste caso o exemplo parte de um poema: &ldquo;CABEC&#807;AS ATRAEM PEDRAS?". </p>
<p>O procedimento e&#769; o seguite: Seguindo a tema&#769;tica do poema elaborar um texto gerador que alimentara&#769; a composic&#807;a&#771;o de um ou mais poemas... Eleger palavras-chaves do poema no texto gerador. </p>
<p>CABEC&#807;AS ATRAEM PEDRAS? * </p>
<p>Aquele que mexe com pedras Uma pode em sua cabec&#807;a cair, Dizem de pessoas irrequietas, Mas na&#771;o vale a pena desistir... </p>
<p>Comunicar-se e&#769; ta&#771;o importante Forma com outros correntes, Institui parcerias constantes... Acatar o individuo e&#769; ser gente </p>
<p>E se firma grandes amizades... Fontes de harmonia crescem, No mundo e altera suas faces, Jardins espirituais florescem... </p>
<p>Exemplo da TEMA&#769;TICA SECUNDA&#769;RIA... Vai originar o segundo poema. </p>






 


<p>I &ndash; Elaborar um resumo do conteu&#769;do sobre o primeiro poema ajuda. Outra opc&#807;a&#771;o e&#769; fazer um texto livre relacionado, intuitivo, ou derivado de um resumo de pesquisa sobre o assunto. </p>
<p>II &ndash; Texto Gerador: O poema aborda o lado positivo do prove&#769;rbio &ldquo;Quem com muitas pedras mexe uma lhe cai na cabec&#807;a&rdquo;.<br />
Eu abordei o veio das relac&#807;o&#771;es, para que as pessoas na&#771;o desistam diante das primeiras dificuldades no relacionamento... Hoje em dia e&#769; muito comum... </p>
<p>As amizades na&#771;o conseguem se sedimentar, ainda comec&#807;ando ja&#769; esta&#771;o terminando. Na&#771;o enfrentam crises, na&#771;o pensam na fami&#769;lia, na&#771;o pensam em salvar todo o envolvimento emocional e material que ate&#769; aquele momento puderam construir. </p>
<p>O outro veio que pode ser explorado no dueto e&#769; o da falta de respeito as individualidades, fofocas mexericos. Uma pessoa que na&#771;o sabe valorizar suas amizades e vive sempre arrumando confusa&#771;o em func&#807;a&#771;o desta falha no relacionamento. </p>
<p>III-Passos.<br />
1. Iniciar da seguinte forma: </p>
<p>a) Escrever sobre a tema&#769;tica um pequeno resumo/<br />
b) Separar palavras-chaves para a tema&#769;tica/<br />
c) Fazer um banco de rimas para as palavras-chaves, de pelo menos tre&#770;s ou quatro palavras para cada rima. Se na&#771;o for suficiente aumente para seis, ou o quanto for necessa&#769;rio. </p>
<p>2) No texto resumo selecionar uma frase de efeito na mensagem. Inicie, com esta primeira linha, o poema. </p>
<p>3) Exemplo: no texto-resumo Selecione... &ldquo;Eu abordei o veio das relac&#807;o&#771;es,&rdquo; nesta frase me identifico de primeira com a palavra veio, e&#769; pequena, tem rima fa&#769;cil e tem efeito poe&#769;tico. Escrevo enta&#771;o qualquer outra frase ou a mesma frase. </p>
<p>4) No veio das relac&#807;o&#771;es (vou precisar de mais uma palavra pra dar este&#769;tica) de amizade.<br />
Enta&#771;o fiquei com a frase No Veio das relac&#807;o&#771;es de amizade, posso melhorar a frase de modo que a palavra da rima assuma seu lugar... Vejamos: </p>
<p>5) Relac&#807;o&#771;es de amizade sa&#771;o veios (Portanto a este&#769;tica foi alcanc&#807;ada e o sentido da abertura do poema), as frases seguintes podem ser construi&#769;das no desenvolvimento do texto ou de outros </p>






 


<p>pensamentos que forem surgindo. Se na&#771;o der certo, comecar de novo... </p>
<p>6)Relac&#807;o&#771;es de amizade sa&#771;o veios...<br />
Frase aprovada que tem a ver com o poema original e esta&#769; impli&#769;cita no texto derivado. </p>
<p>7) Para continuar procurar iniciar a frase com um adjetivo qualificando a palavra veios, preciosos, valiosos, ou acrescente outro substantivo antes do adjetivo, Ex. Elos preciosos e devem ser firmes, Se extrapolar este&#769;tica voce&#770; corta palavras, suprime elementos de ligac&#807;a&#771;o, po&#771;e virgulas, pontos tre&#770;s pontos, etc. Para auxiliar na compreensa&#771;o, com a supressa&#771;o de palavras, ou para ajudar a inflexo&#771;es durante a declamac&#807;a&#771;o do poema. </p>
<p>Surge a primeira estrofe de quatro versos... Ja&#769; havia dois que surgiram passo a passo... Para os dois seguintes ja&#769; existe definic&#807;a&#771;o de rimas, ja&#769; existe conteu&#769;do no texto gerador... Agora e&#769; so&#769; formar, dar sentido de continuidade ao assunto evocado, neste<br />
momento elaborar um banco de rimas ajuda bastante. </p>
<p>Relac&#807;o&#771;es de amizade sa&#771;o veios, Elos preciosos devem ser firmes. Pedras rolara&#771;o, falas alcoviteiras Solte a fe&#769;, as emoc&#807;o&#771;es, reafirme... </p>
<p>Continue, pare aqui se quiser so&#769; uma estrofe de quatro versos, pois a estrofe em si ja&#769; tem sentido completo, a palavra principal ja&#769; foi inserida: Pedras. </p>
<p>Mas pode ser so&#769; o comec&#807;o das afirmac&#807;o&#771;es do texto derivado, enta&#771;o volte a selecionar, mas se aparecer uma ide&#769;ia, na&#771;o e&#769; necessa&#769;rio se prender ao texto gerador. </p>
<p>A&#768;s vezes a primeira frase puxa o assunto, e desenvolve um poema totalmente diferente do texto gerador, mas a tema&#769;tica fica amarrada na primeira frase, ai&#769; o objetivo foi alcanc&#807;ado. Da mesma forma pode-se agir com as trovas, com as coroas de sonetos... </p>
<p>9) Finalizac&#807;a&#771;o </p>
<p>Ler a histo&#769;ria do poema e decidir um ti&#769;tulo sucinto e chamativo, que desperte curiosidade. Vale a pena saber as palavras-chaves mais procuradas na NET e sempre que possi&#769;vel coloca&#769;-las no </p>






 


<p>poema, ele com certeza sera&#769; muito acessado. A inspirac&#807;a&#771;o esta&#769; no que voce&#770; sente, ver e onde voce&#770; a procura... </p>
<p>10)Banco de rimas. (Vai sendo feito em paralelo com o poema, a medida que o desenvolvimento do assunto for solicitando) </p>
<p>Exemplo: Veio ,esteio, correio, laboreio, lavadeiro, alcoviteiro, faladeira, fofoqueiros, verdadeiros, firme, reafirme, confirme, afirme... </p>
<p>Muitas palavras aparecem e as vezes junto com a palavra vem logo a rima elas afloram normalmente, mas se na&#771;o aflorar fac&#807;a um banco de rimas, consultando diciona&#769;rio de rimas. </p>
<p>Ao pensar palavras que rimam quando surgir uma palavra de existe&#770;ncia e significado duvidoso, va&#769; ao diciona&#769;rio, verifique se a aplicac&#807;a&#771;o e&#769; legi&#769;tima, ainda que metafo&#769;rica. </p>
<p>Ibernise .<br />
Indiara (Goia&#769;s/Brasil), 22.AGO2007 </p>
<p>Workshop NAA festival, Poesia Paradida&#769;tica. Barcelos (Portugal), 17DEZ2011 </p>
<p> </p>
<p>IV - Poemas trabalhados/Apresentados durante o Workshop </p>
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<p> </p>


 


<p>Sonho Meu </p>




<p>Meu sonho numa manha&#771; de domingo, </p>
<p>E&#769; um convite nos sinos das catedrais... </p>
<p>Se somos velas a iluminar consumindo, </p>
<p>Eu te aconchego neste lume de sinais... </p>
<p> </p>
<p>E me vejo a rir e chorar em tantos ais... </p>
<p>Em divisas de do&#769;ceis ninhos flamingos... </p>
<p>Meu sonho numa manha&#771; de domingo,<br />
E&#769; um convite nos sinos das catedrais... </p>
<p> </p>
<p>Aves em revoada no remix de pingos </p>
<p>Num ce&#769;u azul a furtar cores, em termais, </p>
<p>Num clima nublado a entoar respingos </p>
<p>E&#769;s horizonte de panoramas colossais, </p>
<p>Meu sonho numa manha&#771; de domingo... </p>
<p>Ibernise </p>
<p> </p>






 


<p>POR MEU AMOR </p>




<p>Eu bebi, bebi no rio da nossa paixa&#771;o, Verti ao teu oceano neste caminho, Quando viajei no prazer desta ilusa&#771;o Ja&#769; era tarde demais pra ser sozinha... </p>
<p> </p>
<p>Mais e mais senti falta desse carinho Como gato preso gemendo no pora&#771;o Eu bebi, bebi no rio da nossa paixa&#771;o Verti ao teu oceano neste caminho. </p>
<p> </p>
<p>Cruzei espac&#807;os, criei contemplac&#807;a&#771;o... Sereia em um cantar de passarinho, Prumos desatinei diante da multida&#771;o. Se me arremessei a ti em desalinho Eu bebi, bebi no rio da nossa paixa&#771;o... </p>
<p>Ibernise </p>
<p> </p>






 


<p>CIU&#769;MES </p>
<p>Na experie&#770;ncia ma&#769;gica do amor<br />
Pode iniciar no olhar, no topor<br />
Busca de encontrar o pro&#769;prio ser...<br />
E continua este abastecer no conviver. </p>
<p>Movimento do desejo, a desejar Fugaz, veloz,Corre, corre sem parar Em todas as direc&#807;o&#771;es esta&#769; a esperar Um toque, um sorriso, um olhar... </p>
<p>Que motive, detone, dispare a emoc&#807;a&#771;o! Que estremec&#807;a,sacuda o corac&#807;a&#771;o!<br />
Que deixe o olhar marejado em festa, Que molhado brilhe, se manifeste... </p>
<p>E&#769; a pulsa&#771;o que, ao se movimentar, Alimenta... Nutre a si e ao outro Num turbilha&#771;o de emoc&#807;o&#771;es a fervilhar... </p>
<p>Tanta paixa&#771;o, a se revelar...No corpo! </p>
<p>Alma e mate&#769;ria... Volu&#769;vel no abandono Porque, no frenezi e na entrega,<br />
Com ciu&#769;mes logo do outro quer ser dono.E ra&#769;pido o que sentiu desagrega... (Ibernise) </p>






 


<p>Brio Por Um Fio </p>
<p> </p>
<p>Entre aspas o teu olhar e&#769;, ja&#769;, cura </p>
<p>Que em fusos se invagina<br />
Onde fia tecendo a sua costura,<br />
A&#768; sombra da luz que ilumina. </p>
<p> </p>
<p>Sendo no tempo, intensa e antiga,<br />
A laborar fustigada, todo o dia, </p>
<p>Esse tecido no calor, mais mitiga<br />
E inflama, sem saber o que alumia... </p>
<p> </p>
<p>Vem, vem o&#769; vivo raio, e vida faz </p>
<p>Deste querer, que amarras com fio, </p>
<p>Seda artesa&#771;, entre esse&#770;ncias e cristais, </p>
<p>Artefato livre, no cerne do brio... </p>
<p>Ibernise </p>
<p> </p>






 


<p>AMBIC&#807;A&#771;O E&#769; MARCO DA HISTO&#769;RIA </p>




<p>Todos os grandes saltos da histo&#769;ria Trazem o registro da determinac&#807;a&#771;o. Desejo obsessivo de obter a vito&#769;ria O ce&#769;u e&#769; o justo limite da ambic&#807;a&#771;o... </p>
<p> </p>
<p>Magnetismo de garra e reafirmac&#807;a&#771;o Chama interior que luta pela glo&#769;ria... Todos os grandes saltos da histo&#769;ria Trazem o registro da determinac&#807;a&#771;o. </p>
<p> </p>
<p>As descobertas moldaram a memo&#769;ria, Enredo que enreda a vida, a emoc&#807;a&#771;o Que atua em mentes ousadas, noto&#769;rias, </p>
<p>Porque norteou com sucesso e raza&#771;o, </p>
<p>Todos os grandes saltos da histo&#769;ria. </p>
<p>Ibernise. </p>
<p> </p>
<p>CONTO DO CONTO SEM APONTO</p>
<p> </p>
<p> Era uma vez uma orquestrac&#807;a&#771;o... </p>






 


<p>O ci ci ci, o plac plac plac e toc toc toc em aparente inanic&#807;a&#771;o... </p>
<p>Ci ci ci chamou atenc&#807;a&#771;o,<br />
Mas impo&#770;s uma condic&#807;a&#771;o:<br />
Queria ser percebido em qualquer situac&#807;a&#771;o... </p>
<p>Plac plac plac andou em sua direc&#807;a&#771;o,<br />
Correu devagar, mas escorregou no corrima&#771;o, Queria anima&#769;-lo, atender sua apelac&#807;a&#771;o... </p>
<p>Plac plac plac alcanc&#807;ou o Ci ci ci e sentiu sua emoc&#807;a&#771;o...<br />
Quando surgiu o Toc toc toc e entrou na encenac&#807;a&#771;o, E batucou na madeira, mostrou sua percussa&#771;o... </p>
<p>Ci ci ci sentiu a cade&#770;ncia atingir sua intenc&#807;a&#771;o... </p>
<p>O som se sentiu integrado a todos com raza&#771;o,<br />
O caminhar encontrou, em seu destino, sua forma de expressa&#771;o,<br />
E o toque foi fundamental naquela combinac&#807;a&#771;o... </p>
<p>Ibernise. </p>
<p> </p>
<p> </p>






 


<p>Mira Curto o Ora&#769;culo, se a Orac&#807;a&#771;o e&#769; de Fe&#769; </p>
<p>Ele:<br />
_ Por que na&#771;o miras em meus olhos?<br />
Ela:<br />
_ Tenho medo...<br />
Ele:<br />
_ De que&#770;?<br />
Ela:<br />
_ De na&#771;o encontrar meu amor...<br />
Ele:<br />
_ Aonde?<br />
Ela:<br />
Refletido nos teus olhos.<br />
Ele:<br />
Mas se e&#769; teu o amor, ha&#769; que se refletir...<br />
Ela:<br />
Mas ha&#769; que existir espelho em teu olhar...<br />
Ele:<br />
Anda ca&#769;, da&#769;-me um abrac&#807;o.<br />
Mira Curto o Ora&#769;culo, se a Orac&#807;a&#771;o e&#769; de Fe&#769; (II) _Vais me amar para sempre?<br />
_E&#769; duro fazer isso durar.<br />
_Tera&#769;s que ajudar...<br />
_E&#769; moleza. (Ibernise) </p>
<p> </p>






 


<p>TRABALHO, HONRA E REPRESENTAC&#807;A&#771;O </p>
<p>Fico a&#768;s vezes a pensar<br />
O que se pode imaginar Do homem trabalhador... Na&#771;o tem trabalho, Senhor! </p>
<p>Sem o trabalho e a justic&#807;a Lenta que nem preguic&#807;a, Vai como a&#769;gua no rodo Sem garantia de acordo... </p>
<p>Com a garantia em queda So&#769; o indulto e&#769; que resta Mas da&#769; para acreditar? Ou vale a pena tentar? </p>
<p>O homem sem ocupac&#807;a&#771;o Resistira&#769; e lutara&#769; pelo pa&#771;o... Como ha&#769; di&#769;vida social Sairia da crise, no mal... </p>
<p>No campo, tantos talentos Sem abrigo, jogados ao vento, Preterida luta, se deflagra... Como colher esta safra?<br />
Ha&#769; tanta crise e corrupc&#807;a&#771;o Na&#771;o da&#769; para pedir perda&#771;o... Aos cargos na&#771;o se diz na&#771;o...<br />
E se ningue&#769;m os aceitasse?<br />
Se ningue&#769;m mais governasse? ELES saberiam o que fazer? Nomes haveriam de aparecer? </p>
<p>Quantos NO&#769;S poderi&#769;amos ser? Ibernise </p>








<p> </p>
<p>V - Fichas do Discurso/Desenvolvimento</p>
<p> </p>
<p> </p>


 


<p>1.Conceitos de poesia </p>
<p>Entre a Universalidade Abstrac&#807;a&#771;o e a concretude </p>
<p> </p>




<p>2.Dizer o ver, falar o sentir... </p>
<p>Os sentidos sa&#771;o o elo, para </p>
<p>Descobrir, inventar e reinventar, a poesia que ha&#769; em cada um. </p>
<p> </p>






 


<p>3.sentir o cheiro<br />
sentir o gosto<br />
sentir a superficie das coisas (tactear)<br />
sentir a visa&#771;o, na&#771;o e&#769; o mesmo que ver... </p>
<p> </p>
<p>4.Sentir a visa&#771;o e&#769; perceber emocionalmente detalhes, e deixar estes detalhes interagirem com as nossas experie&#770;ncias e nossa sensibilidade, de forma particular, i&#769;ntima. </p>
<p> </p>






 


<p>5.Inesgota&#769;vel, e&#769; a nossa capacidade de sentir.<br />
A poesia pode na&#771;o ter discurso e ser uma organizac&#807;a&#771;o plenamente visual. </p>
<p> </p>
<p>6.Este e&#769; um tipo de saber que existe e na&#771;o e&#769; matema&#769;tico, (lo&#769;gica formal) e&#769; concreto. A maciez de nossa pele, so&#769; sabemos se tocarmos outro ser humano, este conhecimento a cie&#770;ncia na&#771;o traduz, tem que ser vivido. </p>
<p> </p>






 


<p>7.E cada vive&#770;ncia tem sua emoc&#807;a&#771;o, ao passar esta emoc&#807;a&#771;o em palavras, ou em uma arte puramente visual, este sentir se universaliza, </p>
<p>porque interage com o sentir de outro ser humano </p>
<p> </p>
<p>8.e pode ser comparado, nomeado e identificado Descobrimos todos no&#769;s extasiados que estamos por exemplo diante de uma flor, mesmo quando um ve&#770;, uma rosa, outro, uma tulipa e outro uma margarida... </p>
<p> </p>






 


<p>9.Isto e&#769; conhecimento lo&#769;gico matema&#769;tico, antes era concreto, e na&#771;o cienti&#769;fico, agora, ja&#769; categorizado, tem padra&#771;o, pode ser criado e recriado conforme este padra&#771;o. </p>
<p> </p>




<p>10.O pensamento matema&#769;tico e&#769; um pensamento abstrato, preciso, sobre o mundo. </p>
<p> </p>






 


<p>11.A lo&#769;gica formal, de que trata a pedagogia moderna (vigotsk e piaget), considera fases da aprendizagem relacionar,identificar,nomear, memorizar,generalizar,criar. </p>
<p> </p>




<p>12.Para isto e&#769; necessa&#769;rio ter ATENC&#807;A&#771;O para:<br />
formar noc&#807;o&#771;es que levam ao conceito e isto permite categorizar o conhecimento </p>
<p> </p>






 


<p>13.e&#769; assim que sai&#769;mos do pensamento concreto para a lo&#769;gica formal ou pensamento matema&#769;tico </p>
<p>Este e&#769; o senso da poesia cla&#769;ssica (Padra&#771;o) </p>
<p> </p>




<p>14.A interpretac&#807;a&#771;o, dos significados particulares a cada um, transformaria aquela organizac&#807;a&#771;o visual (experienciada) em poesia livre, </p>
<p> </p>






 


<p>15.por conseguinte, a colocac&#807;a&#771;o de ritmo, silabas poe&#769;ticas, rimas, e outros aderec&#807;os da poesia cla&#769;ssica, </p>
<p>colocariam esta poesia livre </p>
<p>em outro ni&#769;vel de significado/ significante. </p>
<p> </p>
<p>16.representativamente seria relac&#807;a&#771;o uni&#769;voca entre objetos correspondentes significantemente seria relac&#807;a&#771;o plural entre objetos correspondentes </p>
<p> </p>






 


<p>17.O comec&#807;o: poemas Livres </p>
<p>e rimados falando de coisas </p>
<p>sublimes (parnasianos) </p>
<p>Os meus primeiros poemas massivamente te&#770;m esta abordagem, os atuais eventualmente. </p>
<p>Entra a leitura dos poemas Sonho Meu, Por Meu Amor e Ciu&#769;mes. </p>
<p> </p>




<p>18.Ja&#769; existe uma variedade de abordagens e temas beirando o absurdo<br />
Entra o poema &lsquo;Conto do Conto Sem Aponto&rsquo; </p>
<p> </p>






 


<p>19.assim como diferentes abordagens para um mesmo tema. </p>
<p>Entra a leitura do poema Ambic&#807;a&#771;o </p>
<p> </p>




<p>20.Na&#771;o parnasianos </p>
<p>&lsquo;Lua diure&#769;tica&rsquo; :)<br />
&lsquo;Escorro teu nome como a&#769;gua de macarra&#771;o na sopa...&rsquo; </p>
<p>Drumond (poesia diferente, mais moderna, menos complexa) &lsquo;Drumond mais complexo, nos mostra que:Existe beleza mesmo nas coisas mais so&#769;rdidas...' Ferreira Gullar </p>
<p>Entra a leitura do Poema &lsquo;Mira Curto o Ora&#769;culo se a Orac&#807;a&#771;o e&#769; de Fe&#769;&rsquo; </p>
<p> </p>






 


<p>21.Assim:<br />
O tra&#770;nsito entre o sagrado e o profano e&#769; um dos trac&#807;os fortes de minha poe&#769;tica. </p>
<p>Entra o poema &lsquo;Brio Por Um Fio&rsquo; </p>
<p> </p>




<p>22.O jogo de Ideias e a arte na luta ideolo&#769;gica:<br />
A poesia e a filosofia poli&#769;tica um compromisso do nu&#769;cleo filoso&#769;fico...Entra o poema Trabalho e Representac&#807;a&#771;o </p>
<p> </p>






 


<p>23.Fundamentos do Me&#769;todo da Poesia Paradida&#769;tica de Ibernise<br />
A linguagem e&#769; estruturada pelo pensamento, logo, da linguagem deve nascer o poema. </p>
<p> </p>
<p>24.Nosso universo de vida e&#769; muito particular, o conceito de grande metro&#769;pole na&#771;o funciona para nossa vida pra&#769;tica cotidiana. </p>
<p>Na&#771;o conhecemos um milha&#771;o de pessoas. </p>
<p> </p>






 


<p>25.Conhecemos apenas o nosso imediato que e&#769; sempre do tamanho que damos conta, de nos relacionarmos. </p>
<p> </p>




<p>26.A poesia nesta sociedade fica sempre bem, e esta proximidade aqui em Barcelos e&#769; maior, estamos mais pro&#769;ximos da poesia, na&#771;o precisamos de um milha&#771;o de leitores. </p>
<p> </p>






 


<p>27.Precisamos de pessoas do nosso circuito que estejam a compartilhar a poesia, a viver a poesia, no seu ninho, nicho, habitat, climax, ecosistema...<br />
E&#769; entre no&#769;s que esta cultura ganha raiz, e e&#769; preservada. </p>
<p> </p>
<p>28.O mais importante e&#769; que este leitor seja aquele que na&#771;o apenas le&#770; sua poesia, mas tambe&#769;m fala consigo, num cafe&#769;, na rua, supermercado, na feira, na farma&#769;cia, </p>
<p> </p>






 


<p>29.Na&#771;o precisamos de fama, fama e&#769; coisa de sociedade de massa , de consumo, coisa de produc&#807;a&#771;o, artificial, o que vivemos na poesia como cultura de raiz, e&#769; o imediato da contemporaneidade. </p>
<p> </p>
<p>30.os contempora&#770;neos que da&#771;o a continuidade, sa&#771;o como as crianc&#807;as. Se na&#771;o existirem crianc&#807;as acaba-se a </p>
<p>humanidade...<br />
Ibernise (Barcelos/PT, 17DEZ2011) </p>




<p> </p>
<p>8.Finalização com a leitura do poema erótico 'Se Falo, o Verbo é Amar'.<br />
Link do poema:<br />
http://www.ibernisemaria.prosaeverso.net/visualizar.php?idt=1071395&liberar_erotico=1<br />
<br />
9. Link disponibilizando 10 llivros para download gratuito:<br />
http://www.ibernisemaria.prosaeverso.net/ebooks.php</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Sun, 18 Dec 2011 11:58:17 WET]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/24941/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[POESIA PARADIDÁTICA DE IBERNISE]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/24863/]]></link>
	<description><![CDATA[ 
 
O  Festival NAA decorrerá em vários espaços de Barcelos de Dezembro a  Fevereiro e é produzido pelos amigos da Honeysound. O Colectivo Enfarte  integrará a programação de Dezembro com o workshop "poesia paradidática"  orientado por Ibernise Morais /dia 17 - casa da juventude/as 15:00 h.  Entrada livre. Participa. Inscrições abertas a 20 pessoas, (para jovens e  adultos). Inscrições e outras informações:
<p> <a href="http://www.festival-naa.pt.to/" target="_blank" rel="nofollow nofollow">www.festival-naa.pt.to</a></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Wed, 07 Dec 2011 04:15:21 WET]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/24863/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[POESIA PARADIDÁTICA DE IBERNISE]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/24853/]]></link>
	<description><![CDATA[<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>NAA Festival<br />
NOVAS ARTES ASSOCIADAS<br />
<br />
AGENDA * INFO<br />
<br />
<br />
Sábado, 17 de Dezembro de 2011<br />
DEZEMBRO . DECEMBER 2011<br />
POESIA PARADIDÁTICA</p>
<p><br />
 &#8232;&#8232;&#8232;ESCRITA CRIATIVA // website-info&#8232;Exposição do Método de Ibernise para fazer Poemas, sua fundamentação teórica na linguística contemporânea e oficina de poesia para jovens e adultos, através de pesquisa oral, leitura de textos e declamação de poemas.&#8232;Presenting the Ibernise Method for Poetry Writing: grounds on contemporary linguistic and workshop for youth and adults, through oral research, text reading and poem dramatization.</p>
<p>&#8232;&#8232;ORIENTADORES . ORIENTED BY | Ibernise Morais (Colectivo Enfarte)</p>
<p>&#8232;LOCAL . PLACE | Casa da Juventude&#8232;</p>
<p>DATA . DATE | 17.12.2011</p>
<p>&#8232;HORÁRIOS . SCHEDULE | 15h</p>
<p>&#8232;PREÇO . PRICE | gratuito. free > limite: 20 pessoas&#8232;&#8232;* o workshop é gratuito, mas aconselhamos a inscrever-se via e-mail&#8232;* the workshop is free, but we advise you to sign up via e-mail</p>
<p> </p>
<p> </p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Sat, 03 Dec 2011 02:37:14 WET]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/24853/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[Salve Ó Galo]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/24705/]]></link>
	<description><![CDATA[<p> Imagem de justa tradição. Galo de Barcelos para Portugal e o Mundo.</p>
<p> </p>
<p></p>
<p></p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Wed, 02 Nov 2011 10:10:24 WET]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/24705/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[Barcelos]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/22935/]]></link>
	<description><![CDATA[<p> </p>
<p> </p>
<p><br />
<br />
Barcelos<br />
Lindo e fraterno<br />
Historicamente eterno.<br />
<br />
Ibernise<br />
Núcleo Temático Romântico.<br />
Barcelos (Braga/Portugal), 22SET2011</p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Sat, 24 Sep 2011 07:52:51 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/22935/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[Workshop no Festival Ambientalidades - Bragança/Quintanilha/Portugal]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/22645/]]></link>
	<description><![CDATA[<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Temáticas: Ética e Estética na Relação Homem-Natureza; Agricultura de Produção X Agricultura de Precisão</p>
<p><a href="http://www.slide.com/pivot?cy=lt&at=un&id=432345564278754234&map=1" target="_blank"><img src="http://widget-ba.slide.com/p1/432345564278754234/lt_t017_v000_s0un_f00/images/xslide1.gif" border="0" ismap="ismap" /></a> <a href="http://www.slide.com/pivot?cy=lt&at=un&id=432345564278754234&map=2" target="_blank"><img src="http://widget-ba.slide.com/p2/432345564278754234/lt_t017_v000_s0un_f00/images/xslide2.gif" border="0" ismap="ismap" /></a> <a href="http://www.slide.com/pivot?cy=lt&at=un&id=432345564278754234&map=F" target="_blank"><img src="http://widget-ba.slide.com/p4/432345564278754234/lt_t017_v000_s0un_f00/images/xslide42.gif" border="0" ismap="ismap" /></a></p>
<p> </p>
<p></p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Fri, 12 Aug 2011 10:42:58 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/22645/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[BlogTok/Casadapoesia Na 29ª Feira do Livro - Pintura ao ar livro ( Pedro Pato)]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/22563/]]></link>
	<description><![CDATA[<p><a href="http://www.slide.com/pivot?cy=lt&at=un&id=432345564278743195&map=1" target="_blank"><img src="http://widget-9b.slide.com/p1/432345564278743195/lt_t013_v000_s0un_f00/images/xslide1.gif" border="0" ismap="ismap" /></a> <a href="http://www.slide.com/pivot?cy=lt&at=un&id=432345564278743195&map=2" target="_blank"><img src="http://widget-9b.slide.com/p2/432345564278743195/lt_t013_v000_s0un_f00/images/xslide2.gif" border="0" ismap="ismap" /></a> <a href="http://www.slide.com/pivot?cy=lt&at=un&id=432345564278743195&map=F" target="_blank"><img src="http://widget-9b.slide.com/p4/432345564278743195/lt_t013_v000_s0un_f00/images/xslide42.gif" border="0" ismap="ismap" /></a></p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Mon, 18 Jul 2011 13:44:04 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/22563/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[BlogTok/CasadaPoesia na 29ª Feira do Livro de Barcelos / PT]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/22545/]]></link>
	<description><![CDATA[
<a target="_blank" href="http://www.slide.com/pivot?cy=ok&ct=1&at=un&id=432345564278741466&map=1"><img border="0" ismap="ismap" src="http://widget-da.slide.com/d1/432345564278741466/ok_t016_v000_s0un_f00/images/xslide12.gif" alt="" /></a> <a target="_blank" href="http://www.slide.com/pivot?cy=ok&ct=1&at=un&id=432345564278741466&map=2"><img border="0" ismap="ismap" src="http://widget-da.slide.com/d2/432345564278741466/ok_t016_v000_s0un_f00/images/xslide2.gif" alt="" /></a>
]]></description>
<pubDate><![CDATA[Fri, 15 Jul 2011 06:50:32 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/22545/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[BlogTok e CasadaPoesia na 29ª Feira do Livro De Barcelos/PT]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/22518/]]></link>
	<description><![CDATA[<p><a href="http://www.slide.com/pivot?cy=ok&ct=1&at=un&id=432345564278737570&map=1" target="_blank"><img src="http://widget-a2.slide.com/d1/432345564278737570/ok_t014_v000_s0un_f00/images/xslide12.gif" border="0" ismap="ismap" /></a> <a href="http://www.slide.com/pivot?cy=ok&ct=1&at=un&id=432345564278737570&map=2" target="_blank"><img src="http://widget-a2.slide.com/d2/432345564278737570/ok_t014_v000_s0un_f00/images/xslide2.gif" border="0" ismap="ismap" /></a></p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Wed, 06 Jul 2011 18:59:59 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/22518/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[www.casadapoesia.org]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/19319/]]></link>
	<description><![CDATA[<p>Este site está em construção,<br />
Projeto em desenvolvimento<br />
Na interatividade  da emoção<br />
Poesia didática em fomento<br />
<br />
Ibernise<br />
Indiara 14/06/2009.</p>
<p> </p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Tue, 26 Oct 2010 07:11:59 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/19319/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[Bem e Corrupção]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/19005/]]></link>
	<description><![CDATA[<p><br />
Vi claramente que todas as coisas que se corrompem são boas: não se poderiam corromper se fossem sumamente boas, nem se poderiam corromper se não fossem boas. <br />
<br />
Com efeito, se fossem absolutamente boas, seriam incorruptíveis, e se não tivessem nenhum bem, nada haveria nelas que se corrompesse. <br />
<br />
De fato, a corrupção é nociva, e se não diminuísse o bem, não seria nociva. <br />
<br />
Portanto, ou a corrupção nada prejudica - o que não é aceitável - ou todas as coisas que se corrompem são privadas de algum bem. Isto não admite dúvida. <br />
<br />
Se, porém, fossem privadas de todo o bem, deixariam inteiramente de existir. Se existissem e já não pudessem ser alteradas, seriam melhores porque permaneciam incorruptíveis. <br />
<br />
Que maior monstruosidade do que afirmar que as coisas se tornariam melhores com perder todo o bem? <br />
<br />
Por isso, se são privadas de todo o bem, deixarão totalmente de existir. Logo, enquanto existem são boas. <br />
<br />
Assim sendo, todas as coisas que existem são boas e aquele mal que eu procurava não é uma substância, pois se fosse substância seria um bem. <br />
<br />
Na verdade, ou seria substância incorruptível, e então era certamente um grande bem, ou seria substância corruptível, e nesse caso, se não fosse boa, não se poderia corromper. <br />
<br />
<br />
<br />
Santo Agostinho de Hipona, Argélia [354-430]<br />
Santo & Doutor da Igreja. Texto selecionado de: <br />
In 'Confissões'.</p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Fri, 10 Sep 2010 11:11:27 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/19005/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[Agora é Tarde, Inês é Morta]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/18962/]]></link>
	<description><![CDATA[<p>O dito popular &ldquo;Agora é tarde, Inês é morta&rdquo;, suponho que mais usado  no Brasil que em Portugal, relaciona-se com um episódio da História de  Portugal, do século XIV.<br />
D. Pedro I nasceu em 1320, era filho de D. Afonso IV que reinou num  período de pestes e guerras. Casou com Dona Constança Manuel, princesa  espanhola por quem não nutria amor. Acompanhou-a, como aia, D. Inês de  Castro, da família dos Castros. O Príncipe desde logo se apaixonou por  esta dama de companhia, dada a sua beleza. Razões de ordem moral e  política se levantaram contra &ldquo;o grande desvairo&rdquo; (Fernão Lopes). Por um  lado eram primos chegados e D. Pedro era casado; por outro a família  Castro tinha ambições políticas no reino de Portugal e D. Inês podia ser  o instrumento para tal. D. Constança morreu cedo e D. Pedro e D. Inês  passaram a viver juntos em Coimbra. Terão casado, embora D. Afonso IV  nunca o tenha permitido. O casal teve 4 filhos, mas não viveu feliz para  sempre&hellip; D. Inês foi morta em Santa Clara, Coimbra, embora a lenda diga  que foi na chamada Fonte dos Amores, Quinta das Lágrimas, Coimbra. Este  desfecho trágico e espectacular foi ordenado pelo Rei D. Afonso IV, a  conselho de Diogo Lopes Pacheco, Pedro Coelho e Álvaro Gonçalves.<br />
D. Pedro ficou desvairado e, quando rei, vingou a morte da amada,  mandando prender e matar cruelmente os conselheiros e também executantes  da morte de D. Inês. A ele se atribui a frase:&rdquo; Agora é tarde, Inês é  morta&rdquo;. (Já não vai a tempo, já não se pode resolver). Manda esculpir  dois túmulos para o Mosteiro de Alcobaça &ndash; um para ele, outro para D.  Inês. Esta vai ser levada em cortejo fúnebre, de Coimbra para o túmulo  (lindíssimo) em Alcobaça. Segundo a lenda, impossível de esquecer nesta  história, D. Pedro coroou rainha D. Inês (já morta há dois anos) e  obrigou a Nobreza e o Clero a beijarem-lhe a mão. Assim, a Literatura,  sobretudo romântica, tem acrescentado muitos dados à verdade histórica.  Poder-se-á dizer que afinal Inês, também chamada &ldquo;colo (pescoço) de  garça não &ldquo;é morta&rdquo;, mas está eternizada, quer pela sua morte, quer pelo  seu amor proibido, perseguido e difamado, tal como a Julieta de Romeu ,  ou a Isolda de Tristão.<br />
Muito se tem escrito sobre Pedro e Inês, desde as belíssimas estrofes de Camões, nos Lusíadas, até romances, na actualidade.</p>
<p>Célebre frase de camões ao se referir a Inês de Castro: 'a que depois de morta foi rainha'.</p>
<p>Hoje  a frase: 'Agora é tarde Inês é morta', é usada para conceituar a  inutilidade de          certas ações, nas quais a solução do problema  acontece quando o desenlace já aconteceu.</p>
<p><br />
Texto de Maria do Céu Carvalho Dias nasceu na Nazaré, Portugal, e é  formada em História pela Universidade Clássica de Lisboa. Ensinou  durante anos em escolas de diversas localidades portuguesas.<br />
mais...<br />
http://docapibaribeaotejo.blogspot.com/2010/05/agora-e-tarde-ines-e-morta.html</p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Sat, 28 Aug 2010 14:10:37 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/18962/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[Método de Ibernise para Fazer Poemas]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/16579/]]></link>
	<description><![CDATA[<p>Parte I<br />
<br />
POEMAS DERIVADOS  (Exemplo Partindo de um outro Poema)<br />
<br />
Esta mostra é de minha  &ldquo;Série Poemas Didáticos&rdquo;, cujo Capítulo I se propõe a mostrar formas de  ensinar a fazer poemas em parceria, derivados de outro poema, ou de um  texto gerador. Utilizando o &ldquo;Método de Ibernise para Fazer Poemas&rdquo;. <br />
<br />
Para  iniciar a composição de um poema utilizando este método, é importante  partir de uma TEMÁTICA ORIGINAL exposta em um texto gerador, ou de um  Poema, como é o caso das parcerias, da Coroa de Sonetos e outras  formulações poéticas... <br />
<br />
Neste caso o exemplo parte de um  poema: &ldquo;CABEÇAS ATRAEM PEDRAS?". <br />
<br />
O procedimento é o seguite:  Seguindo a temática do poema elaborar um texto  gerador que alimentará a composição de um ou mais poemas...  Eleger  palavras-chaves do poema no texto gerador.<br />
<br />
CABEÇAS ATRAEM PEDRAS?  * <br />
<br />
Aquele que mexe com pedras <br />
Uma  pode em sua cabeça cair, <br />
Dizem de pessoas irrequietas, <br />
Mas não  vale a pena desistir... <br />
<br />
Comunicar-se é tão importante <br />
Forma  com outros correntes, <br />
Institui parcerias constantes... <br />
Acatar o  individuo é ser gente <br />
<br />
E se firma grandes  amizades... <br />
Fontes de harmonia crescem, <br />
No mundo e altera  suas faces, <br />
Jardins espirituais florescem... <br />
<br />
<br />
Exemplo da  TEMÁTICA SECUNDÁRIA... Vai originar o segundo poema. <br />
<br />
I &ndash;  Elaborar um resumo do conteúdo sobre o primeiro poema ajuda. Outra opção  é fazer um texto livre relacionado, intuitivo, ou derivado de um resumo  de pesquisa sobre o assunto. <br />
<br />
II &ndash; Texto  Gerador: O poema aborda o lado positivo do provérbio &ldquo;Quem com  muitas pedras mexe uma lhe cai na cabeça&rdquo;.<br />
Eu abordei o veio  das relações, para que as pessoas não desistam diante das primeiras  dificuldades no relacionamento... Hoje em dia é muito comum...<br />
As amizades não conseguem se sedimentar,  ainda começando já estão terminando. Não enfrentam crises, não pensam  na família, não pensam em salvar todo o envolvimento emocional e  material que até aquele momento puderam construir. <br />
O outro veio que  pode ser explorado no dueto é o da falta de respeito as  individualidades, fofocas mexericos. Uma pessoa que não sabe valorizar  suas amizades e vive sempre arrumando confusão em função desta falha no  relacionamento.<br />
<br />
III-Passos. <br />
<br />
1. Iniciar da seguinte forma:<br />
<br />
a)  Escrever sobre a temática um pequeno resumo/ <br />
b) Separar  palavras-chaves para a temática/<br />
c) Fazer um banco de rimas para as  palavras-chaves, de pelo menos três ou quatro palavras para cada rima.  Se não for suficiente aumente para seis, ou o quanto for necessário. <br />
<br />
2)  No texto resumo selecionar uma frase de efeito na mensagem. Inicie, com  este primeiro verso, o poema. <br />
<br />
3) Exemplo: no texto-resumo  Selecione... &ldquo;Eu abordei o veio das relações,&rdquo;  nesta frase me identifico de primeira com a palavra veio, é pequena, tem rima fácil e tem efeito  poético. Escrevo então qualquer outra frase ou a mesma frase. <br />
<br />
4)  No veio das relações (vou precisar de mais  uma palavra pra dar estética) de amizade. <br />
Então  fiquei com a frase No Veio das relações de amizade, posso melhorar a  frase de modo que a palavra da rima assuma seu lugar... Vejamos: <br />
<br />
5)  Relações de amizade  são veios (Portanto a estética foi alcançada e o sentido da  abertura do poema), as frases seguintes podem ser construídas no  desenvolvimento do texto ou de outros pensamentos que forem surgindo. Se  não der certo, comecar de novo... <br />
<br />
6)Relações  de amizade são veios... <br />
Frase aprovada que tem a ver com o  poema original e está implícita no texto derivado. <br />
<br />
7) Para  continuar procurar iniciar a frase com um adjetivo qualificando a  palavra veios, preciosos, valiosos, ou acrescente outro substantivo  antes do adjetivo, Ex. Elos preciosos e devem ser  firmes, Se extrapolar estética você corta palavras, suprime  elementos de ligação, põe virgulas, pontos três pontos, etc. Para  auxiliar na compreensão, com a supressão de palavras, ou para ajudar a  inflexões durante a declamação do poema. <br />
<br />
Surge a primeira  estrofe de quatro versos... Já havia dois que surgiram passo a passo...  Para os dois seguintes já existe definição de rimas, já existe conteúdo  no texto gerador... Agora é só formar, dar sentido de continuidade ao  assunto evocado, neste momento elaborar um banco de rimas ajuda  bastante. <br />
<br />
Relações de amizade são veios, <br />
Elos  preciosos, e devem ser firmes. <br />
Pedras  rolam nas falas alcoviteiras... <br />
Solte a fé, as emoções, reafirme. <br />
<br />
Continue,  pare aqui se quiser só uma estrofe de quatro versos, pois a estrofe em  si já tem sentido completo, a palavra principal já foi inserida: Pedras. <br />
<br />
Mas  pode ser só o começo das afirmações do texto derivado, então volte a  selecionar, mas se aparecer uma idéia, não é necessário se prender ao  texto gerador. <br />
<br />
Às vezes a primeira frase puxa o assunto, e  desenvolve um poema totalmente diferente do texto gerador, mas a  temática fica amarrada na primeira frase, aí o objetivo foi alcançado.  Da mesma forma pode-se agir com as trovas, com as coroas de sonetos... <br />
<br />
9)  Finalização<br />
<br />
Ler a história do poema e decidir um título sucinto e  chamativo, que desperte curiosidade. Vale a pena saber as  palavras-chaves mais procuradas na Internet e sempre que possível colocá-las  no poema, ele com certeza será muito acessado. A inspiração está no que  você sente, ver e onde você a procura... <br />
<br />
<br />
10)Banco de rimas. (Vai sendo  feito em paralelo com o poema, a medida que o desenvolvimento do assunto  for solicitando) <br />
<br />
Exemplo: Veio ,esteio, correio,  laboreio, lavadeiro, alcoviteiro, faladeira, fofoqueiros, verdadeiros,  Firme, reafirme, confirme, afirme... Etc. A palavra firme é secundária, apareceu... <br />
<br />
Muitas  palavras aparecem e as vezes junto com a palavra vem logo a rima elas  afloram normalmente, mas se não aflorar faça um banco de rimas.<br />
<br />
 Ao  pensar palavras que rimam quando surgir uma palavra de existência e  significado duvidoso, vá ao dicionário, verifique se a aplicação é  legítima, ainda que metafórica.<br />
<br />
Até o próximo texto... <br />
<br />
*Núcleo Temático Educativo. <br />
** O Capítulo I é  uma introdução do método baseado em uma suposta aula onde o texto que  surge é produto de discussões com o grupo. Estes fazem bancos de rimas  para seus poemas e colam em um mural elaborado em sala de aula.Na  finalização do Projeto Poesias, os alunos podem declamar seus textos,  cantar, e fazer exposição em um varal de poesias.<br />
<br />
Ibernise . <br />
Indiara  (GO), 22.08.2007 <br />
Direitos autorais reservados/Lei n. 9.610 de  19.02.1998.<br />
</p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Wed, 07 Apr 2010 11:19:16 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/16579/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[Brasil! É Luz, o Cerne de Cultura…]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/16424/]]></link>
	<description><![CDATA[<p><br />
<br />
Conheci o espaço dos diferentes,<br />
Onde todos pareciam ser iguais...<br />
Era um caldeirão de culturas e entes<br />
Onde o sonho da cidadania era mais.<br />
<br />
Via humanizada na cultura se faz<br />
Sem valores dominantes à frente...<br />
Conheci o espaço dos diferentes,<br />
Onde todos pareciam ser iguais&hellip;<br />
<br />
Brasil de baixo para cima fluente<br />
De mil povos numa nação de reais<br />
Realezas, fundação, raízes e gente. <br />
Partilhando, em linguagens informais,   <br />
Conheci o espaço dos diferentes&hellip;<br />
<br />
Ibernise.<br />
Goiânia, (Goiás/Brasil) 17.03.2010.<br />
Núcleo Temático Educativo.<br />
Direitos autorais reservados/Lei n. 9.610 de 19.02.1998.</p>
<p> </p>
<p><a  href="http://www.slide.com/pivot?cy=ok&ct=1&at=un&id=432345564278151109&map=1"  target="_blank"><img  src="http://widget-c5.slide.com/d1/432345564278151109/ok_t046_v000_s0un_f00/images/xslide12.gif"  border="0" ismap="ismap" /></a> <a  href="http://www.slide.com/pivot?cy=ok&ct=1&at=un&id=432345564278151109&map=2"  target="_blank"><img  src="http://widget-c5.slide.com/d2/432345564278151109/ok_t046_v000_s0un_f00/images/xslide2.gif"  border="0" ismap="ismap" /></a></p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Wed, 17 Mar 2010 11:33:19 WET]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/16424/]]></guid></item>
     </channel>
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