<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1" ?> 
<rss version="2.0">
   <channel>
       <title> Http://www.casadapoesia.org/ - A casa dos Poetas</title>
       <link>http://www.casadapoesia.org/.</link>
       <description>O portal das outras notícias</description>
       <language>pt-pt</language>
       <generator>xSite (powered by xTok)</generator>
<item>
	<title><![CDATA[Agora é Tarde, Inês é Morta]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/18962/]]></link>
	<description><![CDATA[<p>O dito popular &ldquo;Agora é tarde, Inês é morta&rdquo;, suponho que mais usado  no Brasil que em Portugal, relaciona-se com um episódio da História de  Portugal, do século XIV.<br />
D. Pedro I nasceu em 1320, era filho de D. Afonso IV que reinou num  período de pestes e guerras. Casou com Dona Constança Manuel, princesa  espanhola por quem não nutria amor. Acompanhou-a, como aia, D. Inês de  Castro, da família dos Castros. O Príncipe desde logo se apaixonou por  esta dama de companhia, dada a sua beleza. Razões de ordem moral e  política se levantaram contra &ldquo;o grande desvairo&rdquo; (Fernão Lopes). Por um  lado eram primos chegados e D. Pedro era casado; por outro a família  Castro tinha ambições políticas no reino de Portugal e D. Inês podia ser  o instrumento para tal. D. Constança morreu cedo e D. Pedro e D. Inês  passaram a viver juntos em Coimbra. Terão casado, embora D. Afonso IV  nunca o tenha permitido. O casal teve 4 filhos, mas não viveu feliz para  sempre&hellip; D. Inês foi morta em Santa Clara, Coimbra, embora a lenda diga  que foi na chamada Fonte dos Amores, Quinta das Lágrimas, Coimbra. Este  desfecho trágico e espectacular foi ordenado pelo Rei D. Afonso IV, a  conselho de Diogo Lopes Pacheco, Pedro Coelho e Álvaro Gonçalves.<br />
D. Pedro ficou desvairado e, quando rei, vingou a morte da amada,  mandando prender e matar cruelmente os conselheiros e também executantes  da morte de D. Inês. A ele se atribui a frase:&rdquo; Agora é tarde, Inês é  morta&rdquo;. (Já não vai a tempo, já não se pode resolver). Manda esculpir  dois túmulos para o Mosteiro de Alcobaça &ndash; um para ele, outro para D.  Inês. Esta vai ser levada em cortejo fúnebre, de Coimbra para o túmulo  (lindíssimo) em Alcobaça. Segundo a lenda, impossível de esquecer nesta  história, D. Pedro coroou rainha D. Inês (já morta há dois anos) e  obrigou a Nobreza e o Clero a beijarem-lhe a mão. Assim, a Literatura,  sobretudo romântica, tem acrescentado muitos dados à verdade histórica.  Poder-se-á dizer que afinal Inês, também chamada &ldquo;colo (pescoço) de  garça não &ldquo;é morta&rdquo;, mas está eternizada, quer pela sua morte, quer pelo  seu amor proibido, perseguido e difamado, tal como a Julieta de Romeu ,  ou a Isolda de Tristão.<br />
Muito se tem escrito sobre Pedro e Inês, desde as belíssimas estrofes de Camões, nos Lusíadas, até romances, na actualidade.</p>
<p>Célebre frase de camões ao se referir a Inês de Castro: 'a que depois de morta foi rainha'.</p>
<p>Hoje  a frase: 'Agora é tarde Inês é morta', é usada para conceituar a  inutilidade de          certas ações, nas quais a solução do problema  acontece quando o desenlace já aconteceu.</p>
<p><br />
Texto de Maria do Céu Carvalho Dias nasceu na Nazaré, Portugal, e é  formada em História pela Universidade Clássica de Lisboa. Ensinou  durante anos em escolas de diversas localidades portuguesas.<br />
mais...<br />
http://docapibaribeaotejo.blogspot.com/2010/05/agora-e-tarde-ines-e-morta.html</p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Sat, 28 Aug 2010 14:10:37 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/18962/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[Método de Ibernise para Fazer Poemas]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/16579/]]></link>
	<description><![CDATA[<p>Parte I<br />
<br />
POEMAS DERIVADOS  (Exemplo Partindo de um outro Poema)<br />
<br />
Esta mostra é de minha  &ldquo;Série Poemas Didáticos&rdquo;, cujo Capítulo I se propõe a mostrar formas de  ensinar a fazer poemas em parceria, derivados de outro poema, ou de um  texto gerador. Utilizando o &ldquo;Método de Ibernise para Fazer Poemas&rdquo;. <br />
<br />
Para  iniciar a composição de um poema utilizando este método, é importante  partir de uma TEMÁTICA ORIGINAL exposta em um texto gerador, ou de um  Poema, como é o caso das parcerias, da Coroa de Sonetos e outras  formulações poéticas... <br />
<br />
Neste caso o exemplo parte de um  poema: &ldquo;CABEÇAS ATRAEM PEDRAS?". <br />
<br />
O procedimento é o seguite:  Seguindo a temática do poema elaborar um texto  gerador que alimentará a composição de um ou mais poemas...  Eleger  palavras-chaves do poema no texto gerador.<br />
<br />
CABEÇAS ATRAEM PEDRAS?  * <br />
<br />
Aquele que mexe com pedras <br />
Uma  pode em sua cabeça cair, <br />
Dizem de pessoas irrequietas, <br />
Mas não  vale a pena desistir... <br />
<br />
Comunicar-se é tão importante <br />
Forma  com outros correntes, <br />
Institui parcerias constantes... <br />
Acatar o  individuo é ser gente <br />
<br />
E se firma grandes  amizades... <br />
Fontes de harmonia crescem, <br />
No mundo e altera  suas faces, <br />
Jardins espirituais florescem... <br />
<br />
<br />
Exemplo da  TEMÁTICA SECUNDÁRIA... Vai originar o segundo poema. <br />
<br />
I &ndash;  Elaborar um resumo do conteúdo sobre o primeiro poema ajuda. Outra opção  é fazer um texto livre relacionado, intuitivo, ou derivado de um resumo  de pesquisa sobre o assunto. <br />
<br />
II &ndash; Texto  Gerador: O poema aborda o lado positivo do provérbio &ldquo;Quem com  muitas pedras mexe uma lhe cai na cabeça&rdquo;.<br />
Eu abordei o veio  das relações, para que as pessoas não desistam diante das primeiras  dificuldades no relacionamento... Hoje em dia é muito comum...<br />
As amizades não conseguem se sedimentar,  ainda começando já estão terminando. Não enfrentam crises, não pensam  na família, não pensam em salvar todo o envolvimento emocional e  material que até aquele momento puderam construir. <br />
O outro veio que  pode ser explorado no dueto é o da falta de respeito as  individualidades, fofocas mexericos. Uma pessoa que não sabe valorizar  suas amizades e vive sempre arrumando confusão em função desta falha no  relacionamento.<br />
<br />
III-Passos. <br />
<br />
1. Iniciar da seguinte forma:<br />
<br />
a)  Escrever sobre a temática um pequeno resumo/ <br />
b) Separar  palavras-chaves para a temática/<br />
c) Fazer um banco de rimas para as  palavras-chaves, de pelo menos três ou quatro palavras para cada rima.  Se não for suficiente aumente para seis, ou o quanto for necessário. <br />
<br />
2)  No texto resumo selecionar uma frase de efeito na mensagem. Inicie, com  este primeiro verso, o poema. <br />
<br />
3) Exemplo: no texto-resumo  Selecione... &ldquo;Eu abordei o veio das relações,&rdquo;  nesta frase me identifico de primeira com a palavra veio, é pequena, tem rima fácil e tem efeito  poético. Escrevo então qualquer outra frase ou a mesma frase. <br />
<br />
4)  No veio das relações (vou precisar de mais  uma palavra pra dar estética) de amizade. <br />
Então  fiquei com a frase No Veio das relações de amizade, posso melhorar a  frase de modo que a palavra da rima assuma seu lugar... Vejamos: <br />
<br />
5)  Relações de amizade  são veios (Portanto a estética foi alcançada e o sentido da  abertura do poema), as frases seguintes podem ser construídas no  desenvolvimento do texto ou de outros pensamentos que forem surgindo. Se  não der certo, comecar de novo... <br />
<br />
6)Relações  de amizade são veios... <br />
Frase aprovada que tem a ver com o  poema original e está implícita no texto derivado. <br />
<br />
7) Para  continuar procurar iniciar a frase com um adjetivo qualificando a  palavra veios, preciosos, valiosos, ou acrescente outro substantivo  antes do adjetivo, Ex. Elos preciosos e devem ser  firmes, Se extrapolar estética você corta palavras, suprime  elementos de ligação, põe virgulas, pontos três pontos, etc. Para  auxiliar na compreensão, com a supressão de palavras, ou para ajudar a  inflexões durante a declamação do poema. <br />
<br />
Surge a primeira  estrofe de quatro versos... Já havia dois que surgiram passo a passo...  Para os dois seguintes já existe definição de rimas, já existe conteúdo  no texto gerador... Agora é só formar, dar sentido de continuidade ao  assunto evocado, neste momento elaborar um banco de rimas ajuda  bastante. <br />
<br />
Relações de amizade são veios, <br />
Elos  preciosos, e devem ser firmes. <br />
Pedras  rolam nas falas alcoviteiras... <br />
Solte a fé, as emoções, reafirme. <br />
<br />
Continue,  pare aqui se quiser só uma estrofe de quatro versos, pois a estrofe em  si já tem sentido completo, a palavra principal já foi inserida: Pedras. <br />
<br />
Mas  pode ser só o começo das afirmações do texto derivado, então volte a  selecionar, mas se aparecer uma idéia, não é necessário se prender ao  texto gerador. <br />
<br />
Às vezes a primeira frase puxa o assunto, e  desenvolve um poema totalmente diferente do texto gerador, mas a  temática fica amarrada na primeira frase, aí o objetivo foi alcançado.  Da mesma forma pode-se agir com as trovas, com as coroas de sonetos... <br />
<br />
9)  Finalização<br />
<br />
Ler a história do poema e decidir um título sucinto e  chamativo, que desperte curiosidade. Vale a pena saber as  palavras-chaves mais procuradas na Internet e sempre que possível colocá-las  no poema, ele com certeza será muito acessado. A inspiração está no que  você sente, ver e onde você a procura... <br />
<br />
<br />
10)Banco de rimas. (Vai sendo  feito em paralelo com o poema, a medida que o desenvolvimento do assunto  for solicitando) <br />
<br />
Exemplo: Veio ,esteio, correio,  laboreio, lavadeiro, alcoviteiro, faladeira, fofoqueiros, verdadeiros,  Firme, reafirme, confirme, afirme... Etc. A palavra firme é secundária, apareceu... <br />
<br />
Muitas  palavras aparecem e as vezes junto com a palavra vem logo a rima elas  afloram normalmente, mas se não aflorar faça um banco de rimas.<br />
<br />
 Ao  pensar palavras que rimam quando surgir uma palavra de existência e  significado duvidoso, vá ao dicionário, verifique se a aplicação é  legítima, ainda que metafórica.<br />
<br />
Até o próximo texto... <br />
<br />
*Núcleo Temático Educativo. <br />
** O Capítulo I é  uma introdução do método baseado em uma suposta aula onde o texto que  surge é produto de discussões com o grupo. Estes fazem bancos de rimas  para seus poemas e colam em um mural elaborado em sala de aula.Na  finalização do Projeto Poesias, os alunos podem declamar seus textos,  cantar, e fazer exposição em um varal de poesias.<br />
<br />
Ibernise . <br />
Indiara  (GO), 22.08.2007 <br />
Direitos autorais reservados/Lei n. 9.610 de  19.02.1998.<br />
</p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Wed, 07 Apr 2010 11:19:16 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/16579/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[Brasil! É Luz, o Cerne de Cultura…]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/16424/]]></link>
	<description><![CDATA[<p><br />
<br />
Conheci o espaço dos diferentes,<br />
Onde todos pareciam ser iguais...<br />
Era um caldeirão de culturas e entes<br />
Onde o sonho da cidadania era mais.<br />
<br />
Via humanizada na cultura se faz<br />
Sem valores dominantes à frente...<br />
Conheci o espaço dos diferentes,<br />
Onde todos pareciam ser iguais&hellip;<br />
<br />
Brasil de baixo para cima fluente<br />
De mil povos numa nação de reais<br />
Realezas, fundação, raízes e gente. <br />
Partilhando, em linguagens informais,   <br />
Conheci o espaço dos diferentes&hellip;<br />
<br />
Ibernise.<br />
Goiânia, (Goiás/Brasil) 17.03.2010.<br />
Núcleo Temático Educativo.<br />
Direitos autorais reservados/Lei n. 9.610 de 19.02.1998.</p>
<p> </p>
<p><a  href="http://www.slide.com/pivot?cy=ok&ct=1&at=un&id=432345564278151109&map=1"  target="_blank"><img  src="http://widget-c5.slide.com/d1/432345564278151109/ok_t046_v000_s0un_f00/images/xslide12.gif"  border="0" ismap="ismap" /></a> <a  href="http://www.slide.com/pivot?cy=ok&ct=1&at=un&id=432345564278151109&map=2"  target="_blank"><img  src="http://widget-c5.slide.com/d2/432345564278151109/ok_t046_v000_s0un_f00/images/xslide2.gif"  border="0" ismap="ismap" /></a></p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Wed, 17 Mar 2010 11:33:19 WET]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/16424/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[Milhentas Diferenças Culturais Unidas no Coração do Brasil]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/16387/]]></link>
	<description><![CDATA[<p class="dataPost">O grande Brasil mostra sua integridade na defesa Plural das oportunidades de representação. Diferenças se unem e se integram na discussão nacional na defesa da cultura popular, a tradição num desfile inesquecivel de usos, costumes e tradiçõesque se negam a desaparecer. Em tendas brancas distribuidas no espaço da Esplanada em Brasília, o popular e o erudito se unem tentando ensaios de um só voz. O Brasil é o único pais com Secretaria de Identidade e Diversidade Cultural. A casadapoesia esteve presente firmando-se como ponto de cultura e intercãmbio cultural Brasil/Portugal.</p>
<p class="dataPost">Ibernise</p>
<p class="dataPost"> </p>
<p class="dataPost">Goiânia, 08 de março de 2010</p>
Começam as Pré-conferências Setoriais de Culturas Populares e Culturas Indígenas
Evento acontece na Esplanada dos Ministérios, em Brasília.
<p> </p>
<p><a href="http://www.slide.com/pivot?cy=ok&ct=1&at=un&id=432345564278138724&map=1" target="_blank"><img src="http://widget-64.slide.com/d1/432345564278138724/ok_t046_v000_s0un_f00/images/xslide12.gif" border="0" ismap="ismap" /></a> <a href="http://www.slide.com/pivot?cy=ok&ct=1&at=un&id=432345564278138724&map=2" target="_blank"><img src="http://widget-64.slide.com/d2/432345564278138724/ok_t046_v000_s0un_f00/images/xslide2.gif" border="0" ismap="ismap" /></a></p>
<p>saiba mais neste link</p>
<p class="dataPost">http://www.cultura.gov.br/site/2010/03/08/comecam-as-pre-conferencias-setoriais-de-culturas-populares-e-culturas-indigenas/</p>
<p> </p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Wed, 10 Mar 2010 19:10:58 WET]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/16387/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[Casa da Poesia]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/13635/]]></link>
	<description><![CDATA[<p>Este site está em construção,<br />
Projeto em desenvolvimento<br />
Na interatividade  da emoção<br />
Poesia didática em fomento<br />
<br />
Ibernise<br />
Indiara 14/06/2009.</p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Sun, 14 Jun 2009 05:10:00 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/13635/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[Música Instrumental]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/13625/]]></link>
	<description><![CDATA[<p>Musica Instrumental Everyday Fate</p>
<p>Autor Marcos Rodrigues</p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Fri, 12 Jun 2009 05:00:00 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/13625/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[Poemas de Ibernise declamados por Luiz Gaspar]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/13623/]]></link>
	<description><![CDATA[]]></description>
<pubDate><![CDATA[Fri, 12 Jun 2009 04:50:00 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.casadapoesia.org/blog/13623/]]></guid></item>
     </channel>
</rss>